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	<title>Sistema Federação das Indústrias do Estado do Acre &#8211; FIEAC</title>
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	<title>Sistema Federação das Indústrias do Estado do Acre &#8211; FIEAC</title>
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		<title>Dia Mundial do Pão celebra a panificação acreana e destaca a importância do setor para a economia</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 15:48:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Sindicato das Indústrias de Panificação e Confeitaria do Estado do Acre (Sindpan), a Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC) e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae/AC) celebraram, na última sexta-feira, 16 de outubro, o Dia Mundial do Pão. Realizado na sede do Sebrae/AC, o evento reuniu [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Sindicato das Indústrias de Panificação e Confeitaria do Estado do Acre (Sindpan), a Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC) e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae/AC) celebraram, na última sexta-feira, 16 de outubro, o Dia Mundial do Pão. Realizado na sede do Sebrae/AC, o evento reuniu empresários e representantes das instituições para valorizar a panificação acreana, reconhecer os profissionais do segmento e promover a troca de experiências e conhecimentos.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1140" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/dia-do-pao-002.jpg" alt="" class="wp-image-7682" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/dia-do-pao-002.jpg 1140w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/dia-do-pao-002-300x158.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/dia-do-pao-002-768x404.jpg 768w" sizes="(max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A relevância da atividade também se reflete nos números nacionais. De acordo com estudo do Observatório da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), divulgado pelo Portal da Indústria, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a produção industrial brasileira de panificados cresceu 92,8% entre 2014 e 2024, alcançando 3,14 milhões de toneladas. Em 2025, o setor de panificação e confeitaria reunia 546.506 vínculos formais de trabalho no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação incluiu a palestra “Quem faz o pão também faz a história – propósito e atitudes que transformam o dia a dia da panificação”, ministrada por Daniela Dgrano, consultora, mentora e empresária com 16 anos de experiência em gestão administrativa e de pessoas no segmento. A agenda contou ainda com degustação de produtos e sorteio de brindes.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1140" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/dia-do-pao-003.jpg" alt="" class="wp-image-7683" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/dia-do-pao-003.jpg 1140w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/dia-do-pao-003-300x158.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/dia-do-pao-003-768x404.jpg 768w" sizes="(max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Para o presidente do Sindpan, Mauro Cezar Nunes do Nascimento, a data representa uma oportunidade de reconhecer o trabalho dos profissionais que contribuem diariamente para o fortalecimento da panificação no Acre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esse evento é comemorado em todo o mundo. O pão é sagrado e está na mesa de todos os brasileiros. Nosso compromisso é fortalecer o setor, e somos muito gratos pela parceria com a FIEAC, o Sebrae, o SENAI e todos os associados e fornecedores que trouxeram seus produtos para expor. Convidamos as empresas que ainda não são filiadas a se juntar ao Sindpan e impulsionar seus empreendimentos”, enfatizou.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1140" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/dia-do-pao-004.jpg" alt="" class="wp-image-7684" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/dia-do-pao-004.jpg 1140w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/dia-do-pao-004-300x158.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/dia-do-pao-004-768x404.jpg 768w" sizes="(max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Proprietário do Atacadão do Pão, Denniskley Cláudio também participou do encontro e destacou a importância do Sindpan e de instituições como FIEAC, SENAI e Sebrae no apoio aos empresários. Segundo ele, a atuação conjunta contribui para a construção de um ambiente mais favorável aos negócios e para o fortalecimento das empresas do segmento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da FIEAC e deputado federal, Zé Adriano, ressaltou a contribuição da panificação para a indústria acreana e reafirmou o compromisso da Federação com iniciativas voltadas ao desenvolvimento dos segmentos industriais.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1140" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/dia-do-pao-005.jpg" alt="" class="wp-image-7685" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/dia-do-pao-005.jpg 1140w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/dia-do-pao-005-300x158.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/dia-do-pao-005-768x404.jpg 768w" sizes="(max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“Temos que parabenizar o presidente do Sindpan, Mauro Cezar, pois esse tipo de evento engrandece o setor. Essa parceria com Sebrae, FIEAC e SENAI é extremamente relevante para melhorar ainda mais a qualidade dos produtos. Vamos continuar contribuindo para buscar novos avanços”, salientou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a palestra, Daniela Dgrano abordou práticas de gestão e atitudes capazes de transformar o cotidiano das empresas. A especialista destacou a importância da profissionalização dos processos, do engajamento das equipes e da distribuição adequada das responsabilidades para melhorar os resultados dos negócios.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1140" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/dia-do-pao-006.jpg" alt="" class="wp-image-7686" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/dia-do-pao-006.jpg 1140w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/dia-do-pao-006-300x158.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/dia-do-pao-006-768x404.jpg 768w" sizes="(max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“Sempre trago o propósito de tanto o gestor quanto o colaborador buscarem a melhoria, a intenção no que fazem, e não lidar com o trabalho como uma rotina comum. Trazer a profissionalização para o setor, seja numa gestão familiar ou não. Um dos principais desafios é descentralizar, pois os donos de padaria ainda fazem um pouco de tudo, compram, vendem, pagam, contratam, demitem, ficam no caixa, mas precisam delegar de forma profissional e também incentivar os colaboradores a fazer isso”, pontuou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro foi encerrado com o sorteio de brindes aos participantes. Contribuíram com doações as empresas Atacadão do Pão, ⁠Bella Rio Branco, Panificadora Boa Vista, Panificadora Boa União, Panificadora Primícias, Multibar, Riqueza Farinha de Trigo, Panimax, Tec Inox, Capital Equipamentos, ⁠Cantinho das Embalagens, ⁠Simão Distribuidora e ⁠Congelados Natan.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/galeria-dia-do-pao-001-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="900" height="600" data-id="7687" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/galeria-dia-do-pao-001-1.jpg" alt="" class="wp-image-7687" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/galeria-dia-do-pao-001-1.jpg 900w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/galeria-dia-do-pao-001-1-300x200.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/galeria-dia-do-pao-001-1-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></figure>



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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/galeria-dia-do-pao-001-4.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="685" height="600" data-id="7690" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/galeria-dia-do-pao-001-4-685x600.jpg" alt="" class="wp-image-7690" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/galeria-dia-do-pao-001-4-685x600.jpg 685w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/galeria-dia-do-pao-001-4-300x263.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/galeria-dia-do-pao-001-4-768x672.jpg 768w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/galeria-dia-do-pao-001-4.jpg 900w" sizes="(max-width: 685px) 100vw, 685px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/galeria-dia-do-pao-001-5.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="801" height="600" data-id="7691" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/galeria-dia-do-pao-001-5-801x600.jpg" alt="" class="wp-image-7691" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/galeria-dia-do-pao-001-5-801x600.jpg 801w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/galeria-dia-do-pao-001-5-300x225.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/galeria-dia-do-pao-001-5-768x575.jpg 768w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/galeria-dia-do-pao-001-5.jpg 900w" sizes="(max-width: 801px) 100vw, 801px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/galeria-dia-do-pao-001-6.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="826" height="600" data-id="7692" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/galeria-dia-do-pao-001-6-826x600.jpg" alt="" class="wp-image-7692" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/galeria-dia-do-pao-001-6-826x600.jpg 826w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/galeria-dia-do-pao-001-6-300x218.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/galeria-dia-do-pao-001-6-768x558.jpg 768w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/galeria-dia-do-pao-001-6.jpg 900w" sizes="(max-width: 826px) 100vw, 826px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/galeria-dia-do-pao-001-7.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="738" height="600" data-id="7693" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/galeria-dia-do-pao-001-7-738x600.jpg" alt="" class="wp-image-7693" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/galeria-dia-do-pao-001-7-738x600.jpg 738w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/galeria-dia-do-pao-001-7-300x244.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/galeria-dia-do-pao-001-7-768x625.jpg 768w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/galeria-dia-do-pao-001-7.jpg 900w" sizes="(max-width: 738px) 100vw, 738px" /></a></figure>
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		<title>Dia Mundial do Pão: indústria de panificação quase dobra produção em 10 anos</title>
		<link>https://fieac.org.br/dia-mundial-do-pao-industria-de-panificacao-quase-dobra-producao-em-10-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[webmaster]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 14:59:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Volume chegou a 3,1 milhões de toneladas em 2024; setor reúne 86,6 mil estabelecimentos e mais de 546 mil empregos formais no Brasil No Dia Mundial do Pão, celebrado nesta sexta-feira (16), um estudo do Observatório da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN) mostra que a produção industrial brasileira de panificados [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Volume chegou a 3,1 milhões de toneladas em 2024; setor reúne 86,6 mil estabelecimentos e mais de 546 mil empregos formais no Brasil</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No Dia Mundial do Pão, celebrado nesta sexta-feira (16), um estudo do Observatório da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN) mostra que a produção industrial brasileira de panificados quase dobrou em 10 anos. O volume cresceu 92,8% entre 2014 e 2024 e chegou a 3,14 milhões de toneladas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No período, o volume produzido passou de 1,6 milhão para 3,14 milhões de toneladas. A receita líquida de vendas chegou a R$ 18 bilhões em 2024, o maior valor da série analisada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento sobre o setor de panificação e confeitaria foi elaborado com informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Os dados de produção abrangem 7 categorias de panificação industrial. O estudo também analisa estabelecimentos, emprego formal e remuneração no Brasil e nos estados.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pães com grãos e especiarias têm crescimento de 469,5%</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os produtos pesquisados, o principal destaque foi a fabricação de pães de forma com grãos e especiarias. A produção passou de 109,6 mil toneladas em 2014 para 624,3 mil toneladas em 2024, avanço de 469,5%. Com isso, a participação desses produtos no volume analisado subiu de 6,7% para 19,9% — quase 1 em cada 5 toneladas produzidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A produção de bolos industrializados também cresceu: a alta foi de 282,1% em 10 anos, chegando a 197,9 mil toneladas. Já os pães de queijo dobraram de volume, com alta de 100,2%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os pães de forma industrializados permaneceram como a categoria de maior volume, com 1,3 milhão de toneladas em 2024, o equivalente a 41,5% do total. Em receita, responderam por R$ 4,53 bilhões, ou 25,2% das vendas. Na sequência do faturamento, aparecem os pães com grãos e especiarias, com R$ 4,36 bilhões, e os produtos de padarias e confeitarias, com R$ 4,12 bilhões.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Setor amplia estabelecimentos e empregos formais</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, o setor reunia 86.609 estabelecimentos e 546.506 vínculos formais no Brasil. Na comparação com 2022, o número de estabelecimentos cresceu 8,6%, enquanto os empregos avançaram 5%. Somente entre 2024 e 2025 foram criados quase 17 mil postos formais, alta de 3,2%. A remuneração média chegou a R$ 2.289,11 em 2025, crescimento de 4,7% em 1 ano e de 20,8% desde 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A preocupação com a escassez de mão de obra ganha ainda mais relevância diante das mudanças no perfil profissional da panificação. O estudo mostra que as ocupações ligadas à operação industrial e aos processos produtivos cresceram em ritmo muito superior ao emprego do setor como um todo. Esse movimento sinaliza uma panificação mais moderna, com maior demanda por profissionais preparados para operar equipamentos e acompanhar os processos de produção. A qualificação profissional é fundamental para aproximar os jovens dessas oportunidades e sustentar o crescimento de um setor que faz parte do dia a dia das famílias em todo o país”, afirma Raphael Veríssimo, especialista em Estudos de Competitividade da FIRJAN.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O setor de panificação está em ebulição. O pão está presente nas padarias, porém cada vez mais adaptados aos novos cardápios, à modernidade. Existem muitas oportunidades de emprego, mas também é preciso dizer que há uma escassez de mão de obra. Observo as lojas trabalhando de forma a atrair mais mão de obra, oferecendo benefícios e capacitações. Acredito que esses dados possam servir como um convite para que jovens enxerguem a panificação como um mercado de oportunidades, como um setor onde eles também podem construir um plano de carreira”, completa Fernanda Hipólito, presidente do Rio+Pão, Sindicato da Indústria de Panificação e Confeitaria do Município do Rio de Janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São Paulo, Minas Gerais e Rio concentram mais da metade dos empregos<br>Juntos, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro concentram mais da metade do emprego formal da panificação brasileira. São Paulo lidera, com 161.380 vínculos, ou 29,5% do total nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Minas Gerais aparece em segundo lugar, com 76.897 postos (14,1%), seguido pelo Rio de Janeiro, com 46.216 (8,5%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os 8 estados com maior número de empregos formais são:</p>



<figure class="wp-block-table is-style-stripes"><table class="has-pale-ocean-gradient-background has-background has-fixed-layout"><tbody><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Estado</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Vínculos Formais</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Participação Nacional</strong></td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">São Paulo</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">161.380</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">29,5%</td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">Minas Gerais&nbsp;</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">76.897</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">14,1%</td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">Rio de Janeiro</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">46.216</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">8,5%</td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">Paraná</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">32.403</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">5,9%</td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">Rio Grande do Sul</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">29.214</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">5,3%</td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">Santa Catarina</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">25.772</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">4,7%</td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">Bahia</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">23.731</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">4,3%</td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">Pernambuco</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">18.686</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">3,4%</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Embora concentrem os maiores contingentes, esses estados não necessariamente apresentam as maiores expansões recentes. Entre 2024 e 2025, o Amazonas registrou o maior crescimento percentual dos vínculos formais, de 11,8%. Em seguida aparecem Piauí (10,9%), Tocantins (10,3%), Bahia (7,9%), Pará e Maranhão (ambos com 7,3%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Goiás e Rondônia foram os únicos estados com redução do emprego formal no período, com quedas de 0,9% e 1,3%, respectivamente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Distrito Federal lidera em densidade de estabelecimentos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Distrito Federal apresenta a maior densidade do setor, com 6,53 estabelecimentos de panificação e confeitaria para cada 10 mil habitantes. Minas Gerais aparece na sequência, com 6,22, seguido pelo Espírito Santo, com 6,19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A média brasileira é de 4,26 estabelecimentos para cada 10 mil habitantes. O indicador permite comparar unidades da Federação com populações de diferentes tamanhos, mas não incorpora fluxos turísticos, populações flutuantes ou deslocamentos de consumo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Funções industriais e técnicas lideram crescimento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo também identifica mudanças no perfil das ocupações. Entre 2022 e 2025, os grupos ligados à operação industrial, manutenção, qualidade e controle cresceram acima da média do setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os empregos em manutenção, qualidade e controle aumentaram 19,9%, enquanto as funções de operação e processos produtivos avançaram 16,1%. No mesmo período, o emprego total do setor cresceu 5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As ocupações técnicas também apresentam as maiores remunerações. Em 2025, o grupo de manutenção, qualidade e controle registrou remuneração média de R$ 4.382, quase o dobro da média do setor. Em operação e processos produtivos, a média foi de R$ 2.435.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar desse avanço, vendas, atendimento e gestão continuam formando o maior grupo ocupacional, com 293.957 trabalhadores e participação de 53,8% no emprego. Produção e preparo aparecem em seguida, com 152.608 vínculos, ou 27,9% do total.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sobre o estudo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento do Observatório Firjan considera 7 categorias de produtos de panificação industrial acompanhadas pela Pesquisa Industrial Anual – Produto, do IBGE, entre 2014 e 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As informações sobre estabelecimentos, vínculos formais, ocupações e remuneração têm como fonte a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), do Ministério do Trabalho e Emprego, para o período de 2022 a 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A remuneração apresentada corresponde à média de dezembro entre vínculos com informação salarial válida. A densidade estadual foi calculada a partir do número de estabelecimentos da RAIS e da população residente registrada pelo Censo Demográfico de 2022.</p>
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		<title>De aluna a instrutora do SENAI: Papo Indústria destaca trajetória de Émilly Lopes na mecânica automotiva</title>
		<link>https://fieac.org.br/de-aluna-a-instrutora-do-senai-papo-industria-destaca-trajetoria-de-emilly-lopes-na-mecanica-automotiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[webmaster]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 14:15:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A formação profissional abriu caminhos para Émilly Lima Lopes construir uma carreira na mecânica automotiva e se tornar referência para outras mulheres em uma área predominantemente masculina. A história da instrutora do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI/AC) é o destaque do novo episódio do Papo Indústria, podcast produzido pela Assessoria de Comunicação do Sistema [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A formação profissional abriu caminhos para Émilly Lima Lopes construir uma carreira na mecânica automotiva e se tornar referência para outras mulheres em uma área predominantemente masculina. A história da instrutora do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI/AC) é o destaque do novo episódio do Papo Indústria, podcast produzido pela Assessoria de Comunicação do Sistema FIEAC, que está disponível no <strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=jOMhmFLmxPY" target="_blank" rel="noreferrer noopener">YouTube da FIEAC</a></strong> e nas principais plataformas de áudio.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="PAPO INDÚSTRIA - EPISÓDIO 26" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/jOMhmFLmxPY?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Graduada em Gestão Financeira e técnica em Manutenção Automotiva pelo SENAI, Émilly começou sua trajetória na instituição como aluna e, posteriormente, tornou-se jovem aprendiz. A oportunidade de ingressar no mercado surgiu no último dia do curso, quando uma concessionária entrou em contato com estudantes para uma entrevista de emprego. Ela participou da seleção, foi contratada e iniciou uma nova etapa profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quando a gente finaliza o curso e é chamado para o mercado de trabalho é que vemos o quanto é amplo o mundo automotivo, assim como várias outras áreas de cursos do SENAI. Isso abriu meus olhos e vi a oportunidade de crescer”, relatou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A experiência como jovem aprendiz foi fundamental para aproximá-la da rotina profissional. No ambiente da concessionária, ela vivenciou situações que complementaram os conhecimentos adquiridos em sala de aula e nos laboratórios, conhecendo de perto a relação entre mecânicos, clientes e chefes de oficina.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1140" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/papo-industria-002.jpg" alt="" class="wp-image-7669" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/papo-industria-002.jpg 1140w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/papo-industria-002-300x158.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/papo-industria-002-768x404.jpg 768w" sizes="(max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de atuar no setor automotivo, Émilly retornou ao SENAI, primeiro como monitora e, atualmente, como instrutora. Na docência, descobriu uma nova vocação e passou a contribuir diretamente para a formação de outros profissionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Temos que instruí-los a ter capacidades e competências não só técnicas, mas também socioemocionais. Como docente, em uma área predominantemente masculina, foi algo novo, mas maravilhoso. Me encontrei na docência e ver nossos alunos conseguindo vagas no mercado de trabalho é muito gratificante”, destacou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No episódio, a instrutora também fala sobre os desafios enfrentados pelas mulheres na mecânica automotiva, a importância da qualificação profissional e as oportunidades para quem deseja ingressar no setor. Sua trajetória evidencia como a educação profissional pode transformar vidas, abrir portas no mercado de trabalho e inspirar outras mulheres a conquistar espaço em diferentes áreas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O episódio está disponível no canal da <strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=jOMhmFLmxPY" target="_blank" rel="noreferrer noopener">FIEAC no YouTube</a></strong> e nas principais plataformas de áudio. O conteúdo também poderá ser acompanhado por meio de cortes publicados nas redes sociais do Sistema FIEAC.</p>
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		<title>CNI defende segurança hídrica como eixo para adaptação à mudança do clima</title>
		<link>https://fieac.org.br/cni-defende-seguranca-hidrica-como-eixo-para-adaptacao-a-mudanca-do-clima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[webmaster]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 13:53:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo sobre dessalinização, apresentado em congresso em São Paulo, analisa custos, impactos ambientais e oportunidades de financiamento para ampliar o uso da tecnologia no paísA Confederação Nacional da Indústria (CNI) apresentou o estudo Segurança Hídrica Industrial: O Papel da Dessalinização no Brasil durante o Congresso ALADYR Brasil 2026, realizado pela Associação Latino-Americana de Dessalinização e [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Estudo sobre dessalinização, apresentado em congresso em São Paulo, analisa custos, impactos ambientais e oportunidades de financiamento para ampliar o uso da tecnologia no país<br></strong><br>A Confederação Nacional da Indústria (CNI) apresentou o estudo Segurança Hídrica Industrial: O Papel da Dessalinização no Brasil durante o Congresso ALADYR Brasil 2026, realizado pela Associação Latino-Americana de Dessalinização e Reúso de Água, em São Paulo. A publicação traça um panorama sobre a maturidade tecnológica, custos de investimento, impactos ambientais e oportunidades de financiamento para assegurar o suprimento hídrico da indústria brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A dessalinização consiste na remoção do sal e de outros minerais da água do mar ou da água salobra, o que viabiliza o uso para consumo humano e atividades produtivas. O método de dessalinização mais usado atualmente é a Osmose Reversa (OR). Nesse processo, a água passa por membranas semipermeáveis sob pressão, capazes de reter sais e impurezas dissolvidos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A CNI acredita que a dessalinização pode reduzir riscos operacionais, assegurar a continuidade produtiva e fortalecer a sustentabilidade do setor produtivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Segurança hídrica, hoje, é competitividade. Para a indústria, a água deixou de ser apenas uma pauta ambiental e passou a ser uma variável estratégica, que define onde se investe, como se produz e se a operação resiste a uma crise. Reúso e dessalinização são respostas concretas de adaptação à mudança do clima”, afirmou o diretor de Relações Institucionais da CNI, Roberto de Oliveira Muniz.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A realidade da escassez hídrica na América Latina</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo foi apresentado aos especialistas latino-americanos pelo gerente de Recursos Naturais da CNI, Mário Cardoso, no painel “Mudanças climáticas e segurança hídrica: desafios para a economia latino-americana”. O debate contou com a participação do assessor da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), Tibério Pinheiro e contou com a moderação do diretor da Aladyr, Eduardo Pedroza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cardoso apresentou dados sobre o impacto da mudança do clima na economia. Segundo o Atlas Digital de Desastres no Brasil, eventos climáticos atingiram 83% dos municípios brasileiros entre 2014 e 2023, afetaram 177 milhões de pessoas e causaram prejuízos de R$ 421 bilhões. Um estudo do Ministério do Planejamento e Orçamento, feito no âmbito da Estratégia Brasil 2050, estima que a inação climática pode custar até R$ 17,1 trilhões ao PIB até 2050 e eliminar 4,4 milhões de empregos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na América Latina, cerca de 150 milhões de pessoas vivem em situação de escassez hídrica. No Brasil, a água é abundante no agregado, mas mal distribuída: 81% da água superficial está na Amazônia, enquanto o semiárido nordestino enfrenta escassez crônica. A indústria demandou cerca de 175 m³/s de água em 2025, segundo a ANA.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Maturidade Tecnológica e Viabilidade Econômica</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo aponta que a tecnologia de Osmose Reversa (OR) passou por um salto de eficiência operacional nas últimas décadas. O consumo energético específico, que no início alcançava até 20 kWh/m³, caiu para a faixa de 2,0 a 4,0 kWh/m³ nas instalações modernas de grande porte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a energia elétrica ainda represente entre 40% e 60% dos custos operacionais (OPEX) de uma usina de dessalinização, os benchmarks para o setor industrial no Brasil já se situam entre US$ 0,5 e US$ 0,8 por m³ de água produzida. A média global de investimento em capital (CAPEX) para projetos em larga escala gira em torno de US$ 900 por m³/dia de capacidade instalada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A urgência por alternativas hídricas acompanha a distribuição demográfica e econômica do país: 111,27 milhões de pessoas (54,8% da população brasileira) vivem a até 150 km da costa, onde também se concentram grandes polos fabris. Segundo dados da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), a demanda de água exclusiva do setor industrial é de 191 m³/s.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Financiamento Disponível via Fundo Clima (BNDES)</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para impulsionar novos projetos, o estudo da CNI mostra que existem linhas de crédito disponíveis por meio da linha Fundo Clima – Indústria Verde, operada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Para a CNI, o próximo passo é dar mais segurança jurídica aos investimentos. Isso inclui clareza sobre licenciamento ambiental para descarte de salmoura, por exemplo, e tributação de equipamentos e insumos, para que os projetos ganhem escala.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Casos Práticos no Setor Industrial e Abastecimento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento também reúne experiências brasileiras consolidadas que comprovam a viabilidade técnica e ambiental da tecnologia:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>ArcelorMittal Tubarão (ES)</strong>: Maior usina de dessalinização de água do mar do Brasil, recebeu investimento de R$ 50 milhões e possui capacidade inicial de 500 m³/h (suficiente para abastecer 80 mil pessoas). A planta conta com sistema de recuperação de energia de alta pressão que reduz em 50% o consumo elétrico e realiza o descarte de salmoura diluído no canal de água do mar da própria usina (800 m³/h diluídos em 48.000 m³/h).</li>



<li><strong>Fortaleza (CE)</strong>: Parceria Público-Privada (PPP) de 30 anos com a Cagece e o Consórcio Águas de Fortaleza, envolvendo R$ 3,1 bilhões em valor total e R$ 526 milhões em investimentos diretos para construir uma usina com capacidade de 1 m³/s (31,5 milhões de m³/ano).</li>



<li><strong>Fernando de Noronha (PE)</strong>: O investimento de R$ 22 milhões da Compesa na usina do arquipélago gerou um ganho de 85,7% na receita da concessionária e acabou com o racionamento hídrico na ilha.</li>



<li><strong>Programa Água Doce (PAD)</strong>: Focado no semiárido, atende mais de 200 mil pessoas em comunidades rurais. Em pregões recentes da Codevasf, foram contratados sistemas comunitários de 400 L/h com custo unitário de instalação entre R$ 423 mil e R$ 445 mil.</li>



<li><strong>Ilhabela (SP)</strong>: Projeto da Sabesp com capacidade para 30 L/s, que aumentará em 22% a oferta de água potável para cerca de 7.000 famílias, com previsão de início de operação em 2026.</li>



<li><strong>CPFL (RN)</strong>: Sistema fotovoltaico integrado à dessalinização que leva água potável a mais de 800 famílias no semiárido potiguar.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Evolução da Gestão Hídrica</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação integra uma estratégia contínua da CNI iniciada em 2017. Em parceria com federações industriais e o Centro Internacional de Referência em Reúso de Água da USP (Cirra/USP), a entidade já produziu 10 estudos sobre reuso de efluentes. As projeções indicam que o Brasil pode multiplicar sua capacidade de reuso industrial em até 13 vezes, onde um investimento estimado de R$ 1,89 bilhão traria um retorno econômico direto de R$ 5,9 bilhões para o setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A trajetória resultou em um manual metodológico para avaliar a viabilidade do reúso industrial em toda a América do Sul, lançado recentemente pela CNI. O painel também apresentou o Guia da Indústria para Adaptação à Mudança do Clima, publicação da CNI deste ano com diagnóstico, metodologia e ações práticas para o setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://www.portaldaindustria.com.br/publicacoes/2026/5/guia-da-industria-para-adaptacao-mudanca-do-clima/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Baixe o guia</a></strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o diretor da Aladyr, Eduardo Pedroza, a parceria com a CNI fortalece a agenda regional. “O Brasil reúne condições únicas para liderar a segurança hídrica na América Latina: um litoral extenso, abundância de energia renovável e casos de sucesso já em operação. O estudo da CNI é uma contribuição importante para que empresas, governos e investidores vejam a dessalinização e o reuso como parte do planejamento hídrico, e não apenas como resposta a crises”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://www.portaldaindustria.com.br/publicacoes/2000/8/seguranca-hidrica-industrial-o-papel-da-dessalinizacao-no-brasil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Confira o estudo na íntegra</a></strong>.</p>
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		<title>76% das indústrias com dificuldade de crédito apontam os juros como o maior vilão, diz CNI</title>
		<link>https://fieac.org.br/76-das-industrias-com-dificuldade-de-credito-apontam-os-juros-como-o-maior-vilao-diz-cni/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[webmaster]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 13:45:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://fieac.org.br/?p=7660</guid>

					<description><![CDATA[<p>Exigência de garantias reais e burocracia também atrapalham o setor; metade das empresas não tentou renovar ou contratar crédito entre fevereiro e julho de 2026 As taxas de juros seguem como o principal obstáculo para o acesso ao crédito pela indústria. É o que mostra a Sondagem Especial nº 107 &#8211; Condições de Acesso ao [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Exigência de garantias reais e burocracia também atrapalham o setor; metade das empresas não tentou renovar ou contratar crédito entre fevereiro e julho de 2026</strong><br><br>As taxas de juros seguem como o principal obstáculo para o acesso ao crédito pela indústria. É o que mostra a Sondagem Especial nº 107 &#8211; Condições de Acesso ao Crédito em 2026, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta sexta-feira (9). Cerca de 76% das empresas do setor que tiveram dificuldade na obtenção de crédito de curto ou médio prazo (até cinco anos) apontaram os juros altos entre os principais entraves para o financiamento. Na busca por crédito de longo prazo (acima de cinco anos), a barreira foi mencionada por quase 69% dos empresários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento consultou 1.701 empresas industriais — 692 pequenas, 612 médias e 397 grandes — entre os dias 3 e 12 de agosto de 2026. Os dados referem-se aos seis meses anteriores: entre fevereiro e julho de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A queixa dos empresários quanto à taxa de juros diminuiu em relação à pesquisa anterior, quando 80% e 71% dos entrevistados apontaram-na como a maior barreira para as operações de curto/médio prazo e de longo prazo, respectivamente. Apesar disso, o custo do crédito segue destacadamente na dianteira do ranking de principais obstáculos para o financiamento do setor industrial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A Selic iniciou o ano em 15% e, desde então, o Banco Central mantém uma postura bastante cautelosa nesse processo de corte dos juros. É importante lembrar que a queda dos juros leva um tempo para se refletir no custo do crédito, que ainda chega bastante elevado para as empresas”, aponta Maria Virgínia Colusso, analista de Políticas e Indústria da CNI.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um terço das empresas (33,4%) que tiveram dificuldade para acessar crédito mencionaram as exigências de garantias reais, como bens imóveis, pelas instituições financeiras, como segundo maior entrave ao crédito de curto/médio prazo. Em relação às operações de longo prazo, o problema foi apontado por 31,5% dos industriais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A terceira dificuldade mais apontada para o acesso ao crédito de curto/médio prazo foi a burocracia, assinalada por 13,6% das empresas. No caso do crédito de longo prazo, foi o prazo de carência menor do que o necessário (18,9%), indicando que as empresas gostariam de ter mais tempo para começar a pagar as linhas de crédito pretendidas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Metade das empresas não tentou crédito</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a pesquisa, metade das empresas industriais (49,9%) não buscou contratar ou renovar crédito de curto/médio prazo no período. Somente 22,9% contrataram ou renovaram financiamento, enquanto 7,5% tentaram, mas não conseguiram obter os recursos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação ao crédito de longo prazo, a proporção de empresas que não tentaram contratar ou renovar foi ainda maior: 54%. Outros 15,5% conseguiram um novo financiamento ou a extensão do anterior. Além disso, 9,2% tentaram, mas não conseguiram acessar o crédito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Levando-se em conta apenas as empresas que buscaram contratar ou renovar crédito de curto/médio prazo nos seis meses anteriores à pesquisa, quase uma em cada quatro (24,7%) não tiveram sucesso, percentual que sobe para 37,2% nas operações de longo prazo. Vale destacar que os percentuais de frustração subiram em relação ao ano passado, quando 20% e 33% das empresas não tiveram êxito na busca por crédito de curto/médio prazo e de longo prazo, respectivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No recorte por porte de empresas, as pequenas apresentaram os maiores percentuais de frustração, tanto na busca por crédito de curto/médio prazo quanto de longo prazo.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Curto/médio prazo: pequenas (32%); médias (28,4%) e grandes (20,3%).</li>



<li>Longo prazo: pequenas (48,2%); médias (48,1%) e grandes (29,9%).</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Indústria continua buscando crédito de longo prazo para despesas do dia a dia</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A exemplo da última pesquisa, os dados sugerem uma possível distorção na saúde financeira do setor produtivo. 28,7% das empresas industriais que buscaram, contrataram ou renovaram crédito apontaram o capital de giro como a principal razão na busca por financiamento de longo prazo, finalidade que ficou à frente dos investimentos voltados à expansão da capacidade produtiva, como a aquisição de máquinas e equipamentos (23,6%) e o aporte em construção/instalações (11,6%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação aos dados de 2025, chama a atenção a mudança observada entre as empresas de grande porte. Na edição anterior, 36% indicavam o investimento em máquinas e equipamentos como finalidade do crédito de longo prazo, enquanto 25% apontavam o capital de giro. Agora, os percentuais passaram para 25% e 26,7%, respectivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O capital de giro, em geral, é utilizado para bancar folha de pagamento, compra de materiais, insumos, entre outras despesas do dia a dia das empresas, e já é esperado que elas busquem crédito de curto prazo para essa finalidade. Porém, chama a atenção quando elas procuram crédito de longo prazo para esse fim, porque o crédito de maior maturação costuma servir para financiar investimentos em máquinas, equipamentos e edificações, por exemplo”, afirma Colusso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas operações de curto/médio prazo, quase 60% das empresas apontaram o capital de giro como a principal finalidade do crédito. Em seguida, aparecem o investimento em máquinas e equipamentos (13,2%) e o investimento em construção/instalações (5,8%).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Redução de custos tributários e administrativos é principal alternativa para facilitar acesso ao crédito</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os entrevistados também foram questionados sobre as melhores alternativas para solucionar o problema de acesso ao crédito pelas empresas. A redução dos custos tributários e administrativos aparece como o principal caminho tanto para o financiamento de curto/médio prazo (38,4%) quanto de longo prazo (31,2%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sequência, aparecem a ampliação das linhas de crédito públicas, mencionada por 22,8% das empresas no curto/médio prazo e por 26,3% no longo prazo, e a simplificação das exigências impostas pelas instituições financeiras, assinalada por 21,1% e 22,1%, respectivamente.</p>
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		<title>Empresários acreanos participam da Febrava 2026</title>
		<link>https://fieac.org.br/empresarios-acreanos-participam-da-febrava-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[webmaster]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 20:08:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cinco empresários acreanos associados ao Sindicato das Empresas de Ar-Condicionado e Refrigeração do Estado do Acre (Sinear/AC) participam, entre os dias 6 e 8 deste mês de outubro, da Febrava 2026, no Rio de Janeiro (RJ). Quatro deles contam com apoio da Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC) e do Sebrae/AC para participarem [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Cinco empresários acreanos associados ao Sindicato das Empresas de Ar-Condicionado e Refrigeração do Estado do Acre (Sinear/AC) participam, entre os dias 6 e 8 deste mês de outubro, da Febrava 2026, no Rio de Janeiro (RJ). Quatro deles contam com apoio da Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC) e do Sebrae/AC para participarem da principal feira do setor de Aquecimento, Ventilação, Ar-Condicionado e Refrigeração (AVACR).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A participação proporciona aos empresários acreanos contato direto com as principais marcas e soluções do segmento, além de acesso a tendências, tecnologias e oportunidades de negócios. A programação reúne milhares de profissionais de áreas estratégicas, como construção civil, petróleo e gás, energia, química e farmacêutica, com foco especialmente no usuário final corporativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerada um importante ponto de encontro do setor AVACR, a Febrava cria um ambiente favorável à geração de negócios qualificados, à ampliação da visibilidade das empresas expositoras e à abertura de novas oportunidades de mercado. Para os empresários do Acre, a presença no evento também representa uma oportunidade de conhecer soluções que podem contribuir para o aprimoramento dos serviços oferecidos no estado e estreitar relações com fornecedores e potenciais parceiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A presença do Sinear/AC na Febrava dá continuidade à participação de empresários do segmento em importantes eventos nacionais. O presidente do sindicato, Antônio Carlos de Araújo Pereira, destaca a importância de acompanhar as novas tecnologias e tendências de um setor altamente globalizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A participação na Febrava 2026 também está alinhada à atuação da FIEAC no fortalecimento dos sindicatos industriais e na promoção de iniciativas que ampliem a competitividade das empresas acreanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vice-presidente do Sinear/AC, empresária Dione Brito, está presente no evento e destaca que a feira representa uma oportunidade ímpar e mais um passo na busca por qualificação, atualização e fortalecimento do segmento de climatização e refrigeração no Acre. “Só temos a agradecer à FIEAC e ao Sebrae por apoiar o nosso setor, que necessita buscar cada vez mais acompanhar as tendências do mercado para prestar o melhor serviço possível aos acreanos”, destacou.</p>
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		<title>Empresas mudam, desafios também: Procompi debate novo ciclo para pequenas indústrias</title>
		<link>https://fieac.org.br/empresas-mudam-desafios-tambem-procompi-debate-novo-ciclo-para-pequenas-industrias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[webmaster]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2026 20:55:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Encontro em Fortaleza reúne gestores de diferentes estados para avaliar experiências e discutir como o programa pode acompanhar novas necessidades dos pequenos negócios FORTALEZA (CE) &#8211; O clima úmido de Fortaleza não esconde o calor da recepção. Na Casa da Indústria, sede da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), frutas tropicais e café [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Encontro em Fortaleza reúne gestores de diferentes estados para avaliar experiências e discutir como o programa pode acompanhar novas necessidades dos pequenos negócios</strong><br><br><strong>FORTALEZA (CE) </strong>&#8211; O clima úmido de Fortaleza não esconde o calor da recepção. Na Casa da Indústria, sede da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), frutas tropicais e café receberam gestores de 21 estados para a abertura do Encontro Nacional de Gestores do Procompi do Programa de Apoio à Competitividade das Micro e Pequenas Indústrias (Procompi), iniciativa conjunta da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em parceria com as federações estaduais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre abraços e conversas ao redor da mesa, os representantes estaduais iniciaram, nesta quarta-feira (7), 2 dias de troca de experiências. O reencontro acontece durante a transição entre o encerramento do ciclo atual e a construção da próxima fase da parceria nacional.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong><a href="https://www1.sfiec.org.br/fiec-noticias/search/174582/encontro-nacional-de-gestores-do-procompi-reune-representantes-de-21-estados-na-casa-da-industria">Confira a matéria de cobertura da FIEC!</a></strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A questão central do evento é como fazer a iniciativa acompanhar empresas que cresceram, incorporaram novas tecnologias e hoje enfrentam desafios diferentes daqueles de alguns anos atrás.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da FIEC, Ricardo Cavalcante, defendeu que as instituições mantenham esse olhar atento sobre as necessidades reais do setor produtivo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>“A gente precisa compreender que, mesmo diante de tantas dificuldades, temos uma indústria que está crescendo. Há alguns anos, uma pequena empresa cearense do setor de sorvetes ingressou no Procompi. O negócio avançou e hoje é a maior fábrica do Nordeste e a quarta maior produtora de sorvetes do país. Essa empresa cresceu e agora precisa apoiar seus fornecedores para que cresçam juntos. Precisamos colocar nas prateleiras o que o mercado procura hoje e criar soluções novas para problemas novos”, pontuou Cavalcante.</em></p>
</blockquote>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1140" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/empresas-mudam-procompi-002.jpg" alt="" class="wp-image-7651" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/empresas-mudam-procompi-002.jpg 1140w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/empresas-mudam-procompi-002-300x158.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/empresas-mudam-procompi-002-768x404.jpg 768w" sizes="(max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /><figcaption class="wp-element-caption">Ricardo Cavalcante recebeu os participantes na FIEC e provocou os gestores a pensar nas novas demandas de empresas que mudaram de porte e de realidade</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Um ciclo termina, outro começa a ser desenhado</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O superintendente de Política Industrial da CNI, Fabrício Silveira, definiu o momento como um ponto de transição. O ciclo atual entra em sua etapa final, com a prestação de contas prevista até março de 2027, enquanto gestores começam a desenhar a próxima fase da parceria.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>“É um momento de celebração porque estamos fechando um ciclo, mas também porque estamos incorporando uma nova visão, um novo olhar”, afirmou.</em></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Silveira, o programa acumulou trajetórias transformadoras com reflexos diretos na geração de emprego, renda e desenvolvimento regional. “A ideia é termos um Procompi a serviço de um grande propósito. Precisamos de uma atuação versátil o suficiente para acolher as demandas reais trazidas pelos sindicatos e territórios, conectando essas necessidades locais a um portfólio integrado com as forças do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), do Sebrae e do Instituto Euvaldo Lodi (IEL)”, destacou.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1140" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/empresas-mudam-procompi-003.jpg" alt="" class="wp-image-7652" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/empresas-mudam-procompi-003.jpg 1140w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/empresas-mudam-procompi-003-300x158.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/empresas-mudam-procompi-003-768x404.jpg 768w" sizes="(max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fabrício Silveira destacou a experiência acumulada pelo Procompi como ponto de partida para a construção da próxima fase do programa</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Juntos pela Indústria amplia conexão entre soluções</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A nova fase do Procompi é planejada em sintonia com o avanço do movimento Juntos pela Indústria, aliança estratégica entre o Sebrae e o Sistema Indústria estruturada em torno de cinco desafios: produtividade, transformação digital e inovação; sustentabilidade; desenvolvimento humano e bem-estar; acesso a mercados; e ambiente de negócios e econômico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fábio Krieger, do Sebrae Nacional, lembrou que a parceria em torno do Procompi ultrapassa duas décadas de atuação conjunta.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>“A maior inovação que podemos ter é trabalhar cada vez mais em conjunto, porque somos complementares. O Procompi precisa ser reforçado nas necessidades específicas, nos fatores críticos e nos gargalos de cada cadeia produtiva, sindicato e território, em vez de focar apenas em frentes nacionais e comuns onde já temos programas estruturados. O grande valor do programa é customizar soluções inovadoras e transformadoras para a competitividade local, garantindo convergência com o Juntos pela Indústria sem gerar concorrência interna no nosso ecossistema”, ressaltou Krieger.</em></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">A estratégia prevê planos setoriais e territoriais que unem diretrizes nacionais ao diagnóstico das realidades locais, permitindo mapear prioridades tecnológicas e produtivas de cada região.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1140" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/empresas-mudam-procompi-004.jpg" alt="" class="wp-image-7653" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/empresas-mudam-procompi-004.jpg 1140w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/empresas-mudam-procompi-004-300x158.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/empresas-mudam-procompi-004-768x404.jpg 768w" sizes="(max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fábio Krieger ressaltou a importância da atuação conjunta entre instituições para ampliar o alcance das soluções voltadas à indústria</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Conheça 3 casos práticos de sucesso apoiados pelo Procompi:</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Produzir bem também é ser encontrado</h3>



<p class="wp-block-paragraph">No setor de alimentos, André Siqueira apresentou a plataforma Conecta Alimentos, desenvolvida a partir da percepção de disparidades na presença digital dos pequenos negócios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Percebemos no sindicato que produzir bem precisa estar aliado a se fazer encontrar, e a ausência digital ainda era uma barreira para muitos negócios. Com o apoio do Procompi, desenvolvemos o Conecta Alimentos, criando uma plataforma simplificada e eficiente que funciona como vitrine digital e aproxima as micro, pequenas e médias empresas de novas oportunidades de negócios”, explicou Siqueira. O canal reúne vitrines virtuais para produtores de rações, temperos, proteínas animais e polpas de frutas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Inovação que nasce dentro da fábrica</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Em outra experiência, a inovação nasceu da própria rotina da linha de produção. Paulo Rabelo Pinheiro, presidente do SindRoupas e diretor de Inovação da FIEC, detalhou os resultados de um projeto de gestão da inovação que envolveu diretamente as equipes de fábrica na solução de problemas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao criar comitês internos, costureiras, cortadores e operadores passaram a participar das decisões de processo. Em uma das empresas, uma costureira que havia atuado profissionalmente em Portugal apresentou melhorias operacionais até então não identificadas pela gestão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quando botaram ela na mesa junto com os empresários para discutir o posicionamento da empresa, ela começou a dar boas ideias e começou a ajudar”, relatou Pinheiro. O impacto veio nos balanços: uma das indústrias participantes dobrou o faturamento e outra, antes em situação deficitária, reequilibrou as contas e retomou resultados positivos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sustentabilidade precisa virar gestão</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Transformar compromissos ambientais e sociais em práticas passíveis de monitoramento e mensuração foi outro desafio apresentado no encontro. Dani Tavares, fundadora da We Seed, mostrou como o Procompi ajudou a estruturar esse trabalho a partir dos princípios ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Procompi trouxe esse chão de estruturas, sobretudo na perspectiva do ESG”, afirmou Dani. Para ela, a governança é essencial porque permite organizar evidências, conferir transparência às ações e aferir o que efetivamente foi realizado pelas empresas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A prática que constrói o futuro</h2>



<p class="wp-block-paragraph">No período da tarde, as discussões avançaram para a oficina “Construindo o Futuro do Convênio — Aperfeiçoamento dos Projetos Estaduais”, dedicada a mapear diretrizes para os próximos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A dinâmica começou com uma proposta simples: um QR code e uma pergunta. “Quais conquistas do Procompi devem ser preservadas em futuros convênios?”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Parece uma pergunta fácil até se pensar no que está por trás das respostas. As escolhas feitas ali ajudam a definir os rumos de projetos que chegarão a pequenas indústrias de diferentes regiões do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E essa diversidade estava ao redor da própria mesa. De um lado, um gestor do Paraná. Do outro, uma representante de Goiás. À esquerda, uma participante de Curitiba. Logo atrás, um gestor de Minas Gerais. Diferentes sotaques, experiências e realidades reunidos para responder à mesma pergunta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pluralidade ajuda a explicar o próprio Procompi. Assim como as pequenas indústrias brasileiras são diversas, os problemas que chegam ao programa também são. Por isso, as respostas dificilmente poderiam ser únicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As contribuições dos gestores apareciam em tempo real no telão. Eram muitas e seguiam caminhos diferentes, mas convergiam em um ponto: criar condições para o crescimento e o desenvolvimento das pequenas indústrias.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1140" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/empresas-mudam-procompi-005.jpg" alt="" class="wp-image-7654" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/empresas-mudam-procompi-005.jpg 1140w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/empresas-mudam-procompi-005-300x158.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/10/empresas-mudam-procompi-005-768x404.jpg 768w" sizes="(max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /><figcaption class="wp-element-caption">Reencontro em Fortaleza aproxima gestores que atuam nos projetos do Procompi em diferentes estados do país</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">A programação continua na quinta-feira</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Encontro Nacional de Gestores do Procompi continua nesta quinta-feira (8), com a apresentação de projetos e com a segunda etapa da oficina de aperfeiçoamento dos planos estaduais. No período da tarde, haverá uma visita técnica às instalações da Benatêxtil, indústria cearense do segmento de beneficiamento e lavanderia de jeans. Acompanhe a cobertura completa na Agência de Notícias da Indústria.</p>
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		<title>Setor produtivo alerta para aumento da inflação, desemprego e alta no preço de produtos e serviços caso a redução da jornada de trabalho seja aprovada</title>
		<link>https://fieac.org.br/setor-produtivo-alerta-para-aumento-da-inflacao-desemprego-e-alta-no-preco-de-produtos-e-servicos-caso-a-reducao-da-jornada-de-trabalho-seja-aprovada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[webmaster]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 22:11:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://fieac.org.br/?p=7646</guid>

					<description><![CDATA[<p>CNI, CNT, CNC, CNA, CNseg e OCB consideram a discussão importante, mas manifestam preocupação com votação em período eleitoral; tema precisa ser debatido com mais tempo O setor produtivo brasileiro considera legítima a discussão da escala 6&#215;1, mas manifesta preocupação com a inclusão na pauta de votações do Senado Federal da Proposta de Emenda à [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>CNI, CNT, CNC, CNA, CNseg e OCB consideram a discussão importante, mas manifestam preocupação com votação em período eleitoral; tema precisa ser debatido com mais tempo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O setor produtivo brasileiro considera legítima a discussão da escala 6&#215;1, mas manifesta preocupação com a inclusão na pauta de votações do Senado Federal da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, em pleno período eleitoral. A PEC prevê a redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas e a adoção de dois descansos remunerados por semana, proibindo a escala 6&#215;1.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As confederações empresariais alertam que o tema precisa ser debatido com tempo e cuidado, pois decisões dessa dimensão precisam levar em conta seus efeitos sobre a economia, os investimentos e a criação de empregos formais. Para as instituições que assinam este manifesto, não há justificativa plausível para que uma matéria de tamanho impacto sobre os setores econômicos seja votada sem um amplo e aprofundado debate, especialmente em um momento marcado pela pressão das urnas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os efeitos de uma eventual redução da jornada de trabalho serão significativos para setores como indústria, comércio, transporte, agricultura, cooperativismo, saúde e serviços em geral, provocando aumento dos custos de produção, redução das contratações formais e a consequente pressão sobre a inflação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estimativas da Confederação Nacional da Indústria (CNI) dimensionam os impactos de uma eventual aprovação da PEC. Somente a redução da jornada para 40 horas semanais, com manutenção dos salários, elevará os custos de produção em até R$ 267,2 bilhões e resultará em uma queda de 0,7% do PIB brasileiro, equivalente a R$ 76,9 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados da CNI mostram também que os preços para o consumidor terão alta de 6,2% em média caso o limite semanal de horas de trabalho seja reduzido para 40 horas semanais, impactando no aumento dos preços de compras em supermercado, por exemplo, que podem ficar 5,7% mais caras. Os produtos industrializados terão alta de 6% em média &#8211; no caso de roupas e calçados a alta de preços pode alcançar 6,6%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima alta da inflação de pelo menos 13%, enquanto a Confederação Nacional do Transporte (CNT) projeta um aumento inicial de R$ 11,9 bilhões de custos com mão de obra só para o setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na agropecuária, a mudança ocorreria em um setor que já enfrenta forte escassez de mão de obra. Pesquisa do Cepea/Esalq/USP, em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que 94,8% dos produtores têm dificuldade de contratação e 88,3% já percebem impactos na produção. Nesse cenário, a redução da jornada poderá induzir a produção de alimentos que possuem menor demanda por mão de obra, pressionando assim, os preços dos produtos e ampliando os desafios para o controle da inflação no País.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A essas projeções deve ser acrescido, ainda, o aumento de custos com o emprego formal decorrente da criação de um segundo dia de descanso semanal remunerado. Somente esse trecho da PEC deve acarretar outro aumento de custos com os empregos formais, estimado em 9,1%, inclusive para empresas e para o setor público que já operam em 40 horas e 5 dias de trabalho semanais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O setor produtivo reconhece a importância da discussão sobre jornada e escala de trabalho, mas defende que eventuais mudanças no tema considerem as profundas diferenças entre setores, atividades e processos produtivos, bem como a possibilidade de adaptação da jornada por negociação coletiva e de regras de transição mais flexíveis, o que requer mais tempo para discussão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil não pode ir na contramão das economias que buscam recuperar espaço nos mercados. Precisamos ser produtivos e competitivos. Não há espaço para retroceder, especialmente nesse momento. O pós-eleição obrigará o país a fazer algumas correções de rumo que certamente impactarão a inflação e a economia brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As confederações empresariais, portanto, consideram inoportuna a decisão de votar a PEC em um momento em que o debate público estará marcado pela polarização em torno do segundo turno das eleições presidenciais. Somente com maturidade e diálogo social será possível avançar na construção de um futuro do trabalho mais justo, produtivo e equitativo para todos os brasileiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Confederação Nacional da Indústria (CNI) </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Confederação Nacional do Transporte (CNT) </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Confederação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Confederação Nacional das Seguradoras (<a href="https://www.cnseg.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CNseg</a>) </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Organização das Cooperativas do Brasil (<a href="https://www.somoscooperativismo.coop.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">OCB</a>)</strong></p>
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		<title>Papo Indústria destaca iniciativas do INPI para aproximar empresas da propriedade intelectual</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 13:31:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O novo episódio do Papo Indústria mostra como o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) atua para ampliar o acesso de empresas, empreendedores e pesquisadores a informações e serviços relacionados à propriedade intelectual. A conversa reúne Taynara Tenório, coordenadora da Superintendência Regional Norte do INPI, e Tatiana Carestiato, chefe de Projetos de Bioeconomia do Instituto. [&#8230;]</p>
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<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-3 wp-block-paragraph">O novo episódio do Papo Indústria mostra como o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) atua para ampliar o acesso de empresas, empreendedores e pesquisadores a informações e serviços relacionados à propriedade intelectual. A conversa reúne Taynara Tenório, coordenadora da Superintendência Regional Norte do INPI, e Tatiana Carestiato, chefe de Projetos de Bioeconomia do Instituto. O episódio está disponível no <strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=_hT2J5MH3J8" target="_blank" rel="noreferrer noopener">YouTube da FIEAC</a></strong> e nas principais plataformas de áudio.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="PAPO INDÚSTRIA – EPISÓDIO 25" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/_hT2J5MH3J8?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">Durante o bate-papo, as convidadas explicam como o INPI busca se aproximar do setor produtivo e destacam a importância da propriedade intelectual para transformar conhecimento e inovação em oportunidades de negócios. Entre os temas abordados estão o registro de marcas, patentes, desenhos industriais e indicações geográficas, instrumentos que contribuem para proteger criações e agregar valor a produtos e serviços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tatiana Carestiato explica que a propriedade industrial exerce um papel importante na aproximação entre ciência, tecnologia e mercado. Segundo ela, uma invenção desenvolvida em um laboratório pode chegar ao consumidor por diferentes caminhos, inclusive por meio de licenciamento ou cessão dos direitos de propriedade industrial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A propriedade industrial é a ponte que vai ligar a invenção que aconteceu no laboratório, o elo da ciência com a tecnologia implementada no mercado. Isso vai facilitar as parcerias, pois muitas vezes a pessoa inventa, mas não tem como produzir, é uma startup só de criação e não está interessada em ser uma fábrica. Então, ela faz a cessão ou licencia, que é uma espécie de aluguel, e vai ganhar dinheiro com isso. É assim que os detentores de propriedade industrial vão monetizar”, detalha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A parceria entre o INPI e a Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC) também foi destaque no episódio. Taynara Tenório ressaltou que o acordo de cooperação técnica firmado entre as instituições prevê uma série de ações voltadas ao fortalecimento da propriedade intelectual no estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Vamos atuar muito na capacitação dos ativos e na apresentação do Diretório Nacional de Combate à Falsificação de Marcas CNCP–INPI, por exemplo, pois o estado do Acre sofre com a questão de plágio e pirataria. E vamos trabalhar na questão da indicação geográfica também”, salienta Taynara.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Tatiana Carestiato, a FIEAC terá papel estratégico na aproximação entre o INPI e empresas, startups e instituições de ciência e tecnologia. A proposta é ampliar a oferta de capacitações e atividades práticas sobre propriedade intelectual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A FIEAC será o intermediário entre INPI e startups, ICTs, é o ponto focal, para que façamos as capacitações, palestras, workshops e oficinas em que ensinamos busca de patente, redação de um documento de patente, sobre marcas, registro de indicações geográficas”, complementa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O episódio também apresenta caminhos para que empreendedores e empresas conheçam melhor os mecanismos de proteção de seus ativos e possam utilizar a propriedade intelectual como parte de suas estratégias de inovação e desenvolvimento.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-4 wp-block-paragraph">O episódio completo do Papo Indústria está disponível no <strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=_hT2J5MH3J8" target="_blank" rel="noreferrer noopener">YouTube da FIEAC</a></strong> e nas principais plataformas de áudio.</p>
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		<title>Escolaridade no Brasil não entrega aprendizagem suficiente para a reindustrialização, aponta CNI</title>
		<link>https://fieac.org.br/escolaridade-no-brasil-nao-entrega-aprendizagem-suficiente-para-a-reindustrializacao-aponta-cni/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[webmaster]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 15:34:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo revela abismo de produtividade frente a países desenvolvidos e propõe agenda integrada para reverter apagão de talentos e impulsionar a economia verde e digital O aumento da escolaridade dos brasileiros nas últimas décadas não foi acompanhado, na mesma proporção, por avanços na aprendizagem e na produtividade do trabalho. O descompasso é um dos principais [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Estudo revela abismo de produtividade frente a países desenvolvidos e propõe agenda integrada para reverter apagão de talentos e impulsionar a economia verde e digital</strong><br><br>O aumento da escolaridade dos brasileiros nas últimas décadas não foi acompanhado, na mesma proporção, por avanços na aprendizagem e na produtividade do trabalho. O descompasso é um dos principais entraves à formação de profissionais para uma indústria mais tecnológica, aponta um estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) lançado nesta sexta-feira (25/9). O cenário amplia desigualdades regionais e limita a competitividade industrial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados mostram desafios tanto na aprendizagem quanto na capacidade de gerar valor na economia. A produtividade do trabalho, que mede o valor gerado, em média, por hora trabalhada, é de US$ 21,2 no Brasil, considerando a Paridade do Poder de Compra (PPC). Na educação básica, 73% dos estudantes brasileiros avaliados pelo Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA) estão abaixo do nível mínimo de proficiência em matemática: 50% em leitura e 55% em ciências.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diagnóstico faz parte do manifesto “Uma Revolução na Educação Brasileira: Propostas por uma agenda STEM integrada da base ao ensino superior”. O documento defende a educação como infraestrutura estratégica para o desenvolvimento do país e alerta que o Brasil avançou na expansão do acesso à escola, mas ainda convive com uma “escolaridade sem aprendizagem suficiente”. Segundo a CNI, essa deficiência compromete a preparação do país para as transições digital e verde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o presidente da CNI, Ricardo Alban, a situação exige uma mudança de paradigma. “A antiga fórmula de estudar, conseguir um emprego e aposentar-se foi destroçada pelas transformações tecnológicas. Hoje, a educação precisa ser o sistema operacional de toda a vida do trabalhador. A nova etapa do desenvolvimento brasileiro dependerá da nossa capacidade de transformar conhecimento em inovação e em produtividade”, afirma.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O abismo da produtividade e a crise na Educação Básica</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A baixa aprendizagem na Educação Básica é apontada pelo estudo como um dos principais gargalos para a formação de profissionais qualificados. As dificuldades aparecem desde os primeiros anos escolares e persistem ao longo da trajetória dos estudantes. No Estudo Internacional de Progresso em Leitura (PIRLS 2021), que avalia a compreensão de leitura de alunos do 4º ano do Ensino Fundamental, o Brasil ficou na 52ª posição entre 57 países ou regiões avaliadas. Cerca de 38% das crianças brasileiras não atingiram sequer o nível básico de leitura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema também aparece no aprendizado de matemática. Na oitava edição do Estudo Internacional de Tendências em Matemática e Ciências (TIMSS 2023), 62% dos estudantes brasileiros do 8º ano ficaram abaixo do nível básico na disciplina, ante uma média internacional de 19%. Apenas 1% alcançou o nível máximo de proficiência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aos 15 anos, o déficit permanece. Dados do PISA 2022 mostram que 73% dos estudantes brasileiros avaliados estão abaixo do nível mínimo de proficiência em matemática, enquanto 50% apresentam desempenho insuficiente em leitura e 55%, em ciências. No outro extremo, menos de 3% dos estudantes atingiram os níveis mais altos de proficiência em matemática e menos de 6%, em ciências.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Brasil tem todas as condições para ser protagonista em inteligência artificial, bioeconomia e transição energética. No entanto, essa ambição exige uma base educacional sólida. Hoje, quase três quartos dos nossos jovens saem da escola sem saber o básico de matemática. O fortalecimento do letramento e do raciocínio lógico desde os primeiros anos de formação é uma prioridade estratégica para o país”, afirma Luís Carlos Affonso, coordenador do Grupo de Trabalho de Recursos Humanos para Inovação da MEI e vice-presidente da Embraer.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Brasil está entre os últimos na formação de profissionais STEM</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As deficiências na aprendizagem se somam à baixa formação de profissionais em áreas estratégicas para uma economia mais tecnológica. No Ensino Superior, esse gargalo aparece especialmente na formação em Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM, na sigla em inglês).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2023, apenas 15,6% dos diplomados brasileiros em cursos de bacharelado formaram-se nessas áreas. O resultado colocou o Brasil na 47ª posição entre 48 países com dados disponíveis no relatório Education at a Glance, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A formação de professores nessas áreas também acende um alerta. O número de concluintes em licenciaturas de Biologia, Computação, Física, Matemática e Química caiu de 36 mil, em 2010, para 28 mil, em 2024. Segundo o estudo, fortalecer a formação desses profissionais é fundamental para melhorar o ensino de matemática, ciências e computação desde a Educação Básica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa também aponta a baixa participação feminina nas carreiras tecnológicas. Em 2024, as mulheres representaram 26% dos concluintes em Engenharia e apenas 19% em Computação e Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). Na Engenharia, houve ainda um recuo em relação a 2018, quando elas correspondiam a 32% dos formados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o presidente da CNI, a transição ecológica e digital do Brasil é uma oportunidade única, mas máquinas, sensores e softwares só geram ganhos reais de produtividade se tivermos pessoas capacitadas para operá-los. “Ou fazemos da educação o centro da nossa estratégia de competitividade hoje, ou seremos meros espectadores do desenvolvimento alheio amanhã”, conclui.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Recomendações da CNI para a transformação</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para evitar a estagnação na chamada “armadilha da renda média”, o manifesto propõe uma agenda integrada, da Educação Básica ao Ensino Superior, com ações voltadas à melhoria da aprendizagem, à formação de professores, à expansão do ensino técnico e ao desenvolvimento das competências exigidas pelas transições digital e verde. O estudo defende que os recursos existentes sejam articulados de acordo com os resultados que se pretende alcançar, em vez de tratados como programas isolados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para colocar essa agenda em prática, a CNI apresenta quatro frentes de atuação que buscam conectar a formação dos estudantes às necessidades do setor produtivo e preparar os trabalhadores para as transformações tecnológicas e ambientais:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Financiamento orientado a resultados: articular recursos já existentes, como Fundeb, Salário-Educação, Sistema S e Juros por Educação, direcionando-os à melhoria da aprendizagem, à permanência dos estudantes e à expansão da Educação Profissional e Tecnológica (EPT);</li>



<li>Valorização e formação docente: fortalecer a formação inicial e continuada de professores e incorporar competências digitais, metodologias baseadas em projetos, cultura maker e pensamento computacional;</li>



<li>Expansão da Educação Profissional e Tecnológica: ampliar a oferta de formação técnica articulada ao Ensino Médio e aproximá-la das demandas do setor produtivo, fortalecendo a transição entre escola e trabalho. Na Educação de Jovens e Adultos (EJA), a proposta inclui formatos flexíveis, módulos curtos, reconhecimento de conhecimentos prévios e certificações intermediárias;</li>



<li>Competências para as transições digital e verde: ampliar a formação em áreas ligadas à digitalização e desenvolver cursos e microcredenciais voltados à eficiência energética, economia circular, bioeconomia e descarbonização, além de promover a requalificação (reskilling) e o aperfeiçoamento (upskilling) dos trabalhadores.</li>
</ul>
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