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	<title>Sistema Federação das Indústrias do Estado do Acre &#8211; FIEAC</title>
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		<title>Ministro do TST debate segurança jurídica nas relações de trabalho em evento na FIEAC</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 22:47:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A importância da segurança jurídica para o ambiente de negócios e os desafios das relações de trabalho na atualidade foram os principais temas debatidos nesta sexta-feira (4), durante palestra realizada no Auditório da Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC), em Rio Branco. O encontro contou com a presença do deputado federal Zé Adriano, [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A importância da segurança jurídica para o ambiente de negócios e os desafios das relações de trabalho na atualidade foram os principais temas debatidos nesta sexta-feira (4), durante palestra realizada no Auditório da Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC), em Rio Branco.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1140" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/ministro-tst-fieac-002.jpg" alt="" class="wp-image-7588" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/ministro-tst-fieac-002.jpg 1140w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/ministro-tst-fieac-002-300x158.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/ministro-tst-fieac-002-768x404.jpg 768w" sizes="(max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /><figcaption class="wp-element-caption">Ministro abordou as transformações no mundo do trabalho e os novos desafios enfrentados por empresas e trabalhadores</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro contou com a presença do deputado federal Zé Adriano, presidente licenciado da FIEAC; e do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE/AC), Mário Sérgio Neri; e também e reuniu empresários, presidentes de sindicatos industriais, diretores da FIEAC, gestores, profissionais e estudantes do Direito, lideranças sindicais e demais interessados. A iniciativa foi promovida pela FIEAC, em parceria com a Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul (FIEMS).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="977" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/ministro-tst-fieac-003-977x600.jpg" alt="" class="wp-image-7589" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/ministro-tst-fieac-003-977x600.jpg 977w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/ministro-tst-fieac-003-300x184.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/ministro-tst-fieac-003-768x472.jpg 768w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/ministro-tst-fieac-003.jpg 1140w" sizes="(max-width: 977px) 100vw, 977px" /><figcaption class="wp-element-caption">Presidente da FIEAC, João Paulo de Assis Pereira, agradeceu ao ministro pela presença e à FIEMS pela parceria</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Na abertura, o presidente da FIEAC, João Paulo de Assis Pereira, agradeceu ao ministro pela presença e à FIEMS pela parceria, além de destacar a importância de trazer à discussão um tema tão relevante para o atual momento. Já o presidente da FIEMS, Sérgio Longen, ressaltou que o setor empresarial tem diversas preocupações e necessita desse diálogo para enfrentar os desafios relacionados às relações de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vice-presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), o ministro Guilherme Augusto Caputo Bastos conduziu a palestra “Segurança Jurídica nas Relações de Trabalho: Desafios e Perspectivas”. Ao longo da apresentação, ele elogiou a iniciativa das Federações das Indústrias de se unirem para promover o debate sobre temas relevantes para as relações sociais e destacou a importância da aproximação entre a Justiça do Trabalho e os setores produtivos.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1140" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/ministro-tst-fieac-004.jpg" alt="" class="wp-image-7590" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/ministro-tst-fieac-004.jpg 1140w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/ministro-tst-fieac-004-300x158.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/ministro-tst-fieac-004-768x404.jpg 768w" sizes="(max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /><figcaption class="wp-element-caption">Presidente da FIEMS, Sérgio Longen, ressaltou que o setor empresarial tem diversas preocupações  </figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Bastos também abordou as transformações no mundo do trabalho e os novos desafios enfrentados por empresas e trabalhadores. Entre os temas tratados, destacou a necessidade de relações trabalhistas equilibradas e alinhadas à realidade do setor produtivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Tudo na nossa vida, seja no casamento, questões pessoais, institucionais, empresariais, nós buscamos segurança. Por isso vim trazer um pouco da posição da Justiça do Trabalho sobre alguns temas e também para ouvir preocupações que levo para compartilhar com meus colegas, pois o juiz, quando conhece o que está julgando, seguramente a decisão será mais adequada e apropriada”, frisou.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="977" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/ministro-tst-fieac-005-977x600.jpg" alt="" class="wp-image-7591" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/ministro-tst-fieac-005-977x600.jpg 977w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/ministro-tst-fieac-005-300x184.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/ministro-tst-fieac-005-768x472.jpg 768w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/ministro-tst-fieac-005.jpg 1140w" sizes="(max-width: 977px) 100vw, 977px" /><figcaption class="wp-element-caption">Deputado federal e presidente licenciado da FIEAC, Zé Adriano, prestigiou a palestra </figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os desafios atuais, o ministro citou a pejotização e as discussões envolvendo a jornada de trabalho. Segundo Bastos, o Direito do Trabalho já contempla diferentes formatos de jornada, inclusive aqueles construídos por meio de negociação coletiva. “São muitos aspectos, assim como o teletrabalho, que impactam diretamente todos os segmentos, incluindo a indústria, e nosso interesse é ouvir os setores e conhecer as particularidades”, reforçou.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/ministro-tst-fieac-006.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="977" height="600" data-id="7592" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/ministro-tst-fieac-006-977x600.jpg" alt="" class="wp-image-7592" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/ministro-tst-fieac-006-977x600.jpg 977w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/ministro-tst-fieac-006-300x184.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/ministro-tst-fieac-006-768x472.jpg 768w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/ministro-tst-fieac-006.jpg 1140w" sizes="(max-width: 977px) 100vw, 977px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/ministro-tst-fieac-008.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="977" height="600" data-id="7594" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/ministro-tst-fieac-008-977x600.jpg" alt="" class="wp-image-7594" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/ministro-tst-fieac-008-977x600.jpg 977w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/ministro-tst-fieac-008-300x184.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/ministro-tst-fieac-008-768x472.jpg 768w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/ministro-tst-fieac-008.jpg 1140w" sizes="(max-width: 977px) 100vw, 977px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/ministro-tst-fieac-007.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="977" height="600" data-id="7593" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/ministro-tst-fieac-007-977x600.jpg" alt="" class="wp-image-7593" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/ministro-tst-fieac-007-977x600.jpg 977w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/ministro-tst-fieac-007-300x184.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/ministro-tst-fieac-007-768x472.jpg 768w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/ministro-tst-fieac-007.jpg 1140w" sizes="(max-width: 977px) 100vw, 977px" /></a></figure>
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		<title>Seminário na FIEAC discute licenciamento, regularização e desenvolvimento dos setores produtivos</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 16:29:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC) realizou, nesta quinta-feira (3), o Seminário Licenciamento, Regularização e Desenvolvimento dos Setores Produtivos do Acre. O encontro reuniu representantes de instituições públicas, lideranças empresariais e integrantes de diferentes segmentos para discutir procedimentos, desafios e orientações relacionados à regularização das atividades econômicas no estado. Realizado no auditório [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC) realizou, nesta quinta-feira (3), o Seminário Licenciamento, Regularização e Desenvolvimento dos Setores Produtivos do Acre. O encontro reuniu representantes de instituições públicas, lideranças empresariais e integrantes de diferentes segmentos para discutir procedimentos, desafios e orientações relacionados à regularização das atividades econômicas no estado.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1140" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/seminario-fieac-002.jpg" alt="" class="wp-image-7572" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/seminario-fieac-002.jpg 1140w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/seminario-fieac-002-300x158.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/seminario-fieac-002-768x404.jpg 768w" sizes="(max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /><figcaption class="wp-element-caption">Presidente da FIEAC ressaltou a importância de manter uma aproximação permanente entre o poder público e o setor produtivo</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Realizado no auditório da FIEAC, o evento buscou ampliar o diálogo técnico e institucional entre os órgãos responsáveis pelos processos de licenciamento e os segmentos industriais, minerário, florestal, cerâmico, da construção civil, pavimentação e infraestrutura. A iniciativa também teve como foco contribuir para o fortalecimento da segurança jurídica e para um ambiente de negócios mais favorável ao desenvolvimento sustentável do Acre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a abertura, o presidente em exercício da FIEAC, João Paulo de Assis Pereira, deu as boas-vindas aos participantes e ressaltou a importância de manter uma aproximação permanente entre o poder público e o setor produtivo. “Temos que ter um diálogo permanente com essas instituições para encontrarmos formas de agilizar trâmites, melhorar os processos e sempre levar em consideração o meio ambiente e a sustentabilidade”, frisou.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1140" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/seminario-fieac-003.jpg" alt="" class="wp-image-7573" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/seminario-fieac-003.jpg 1140w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/seminario-fieac-003-300x158.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/seminario-fieac-003-768x404.jpg 768w" sizes="(max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /><figcaption class="wp-element-caption">Secretário do Meio Ambiente, Leonardo Carvalho, falou sobre ações da Sema </figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Presente ao encontro, a secretária Municipal de Meio Ambiente, Flaviane Stedille, destacou a oportunidade de promover a troca de experiências entre os diferentes órgãos responsáveis pelo licenciamento ambiental nas esferas municipal, estadual e federal. “Uma oportunidade excelente para que a população e os empreendedores pudessem tirar dúvidas, explicar suas dificuldades para que possamos avançar visando o fortalecimento do ambiente de negócios”, pontuou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O secretário de Estado do Meio Ambiente, Leonardo Carvalho, também enfatizou a relevância da iniciativa. “Viemos para falar um pouco das ações da Sema, especificamente dessa regulamentação das normas ambientais, que causam impacto para a produção e os setores de indústria, comércio e serviços”, acrescentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O seminário contou ainda com a participação do presidente do Fórum Empresarial e Inovação e Desenvolvimento do Acre e da Federação de Agricultura e Pecuária do Estado do Acre, Assuero Veronez; diretores da FIEAC; presidentes de sindicatos industriais; representantes de órgãos públicos; empreendedores; estudantes e profissionais de diferentes áreas.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1140" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/seminario-fieac-004.jpg" alt="" class="wp-image-7574" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/seminario-fieac-004.jpg 1140w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/seminario-fieac-004-300x158.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/seminario-fieac-004-768x404.jpg 768w" sizes="(max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /><figcaption class="wp-element-caption">Evento buscou ampliar o diálogo  entre os órgãos responsáveis pelos processos de licenciamento e os segmentos produtivos</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Conhecimento e orientação técnica</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A programação reuniu especialistas do Ibama, Imac, Agência Nacional de Mineração (ANM), Serviço Geológico do Brasil (SGB), Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Rio Branco (Semeia) e Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Abrindo o ciclo de apresentações, o analista ambiental do Ibama, Francisco Missias da Conceição Lopes, abordou o Cadastro Técnico Federal e o Relatório de Atividades Potencialmente Poluidoras, com destaque para obrigações, responsabilidades e consequências legais relacionadas ao cumprimento da legislação ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sequência, representantes da Agência Nacional de Mineração trataram da regulação do setor mineral e da busca por maior eficiência nos processos administrativos. Participaram da exposição o gerente regional da ANM/RO-AC, Antônio Teotônio de Souza Neto, o especialista em recursos minerais Patrick Ferreira Demuner e o especialista em recursos minerais e geologia Ailson Ribeiro Rodrigues Junior, que apresentaram orientações sobre os procedimentos relacionados à atividade minerária.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1140" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/seminario-fieac-006.jpg" alt="" class="wp-image-7575" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/seminario-fieac-006.jpg 1140w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/seminario-fieac-006-300x158.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/seminario-fieac-006-768x404.jpg 768w" sizes="(max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O Serviço Geológico do Brasil também esteve em pauta, com uma apresentação sobre a atuação da instituição e a atualização geológica do Acre. O conteúdo foi conduzido pelo chefe de residência do SGB, Marcelo Macedo Guimarães, e pelo geólogo Carlos Eduardo Santos de Oliveira. Os especialistas compartilharam informações sobre o trabalho desenvolvido pelo órgão e sua contribuição para o conhecimento geológico e o planejamento das atividades produtivas no estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro assunto de destaque foi a relação entre licenciamento ambiental e patrimônio cultural, tema apresentado pela superintendente do Iphan no Acre, Antônia Barbosa, e pelo chefe da Divisão Técnica, Gabriel Miranda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro prosseguiu com uma abordagem sobre o licenciamento ambiental municipal, apresentada pelo engenheiro florestal e chefe do Departamento de Licenciamento Ambiental de Rio Branco, Cledson Reis. Ele tratou de procedimentos, obrigações e orientações voltadas aos diferentes segmentos econômicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Representando o Governo do Estado, o secretário de Estado do Meio Ambiente, Leonardo Carvalho, apresentou novos procedimentos e orientações aos empreendedores relacionados ao licenciamento ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Encerrando o ciclo de apresentações, a diretora de Infraestrutura, Indústria e Serviço do Imac, Cinara de Melo Cordeiro, e a diretora de Licenciamento Ambiental, Cristiane Oliveira, abordaram aspectos do licenciamento ambiental dos setores produtivos no Acre e reforçaram a importância da regularização das atividades econômicas em conformidade com a legislação vigente.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="653" height="600" data-id="7576" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-1-653x600.jpg" alt="" class="wp-image-7576" style="aspect-ratio:4/3" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-1-653x600.jpg 653w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-1-300x275.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-1-768x705.jpg 768w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-1.jpg 1027w" sizes="(max-width: 653px) 100vw, 653px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="660" height="600" data-id="7577" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-2-660x600.jpg" alt="" class="wp-image-7577" style="aspect-ratio:4/3" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-2-660x600.jpg 660w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-2-300x273.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-2-768x698.jpg 768w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-2.jpg 1027w" sizes="(max-width: 660px) 100vw, 660px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-3.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="600" data-id="7578" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-3-800x600.jpg" alt="" class="wp-image-7578" style="aspect-ratio:4/3" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-3-800x600.jpg 800w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-3-300x225.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-3-768x576.jpg 768w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-3.jpg 1027w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-4.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="827" height="600" data-id="7579" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-4-827x600.jpg" alt="" class="wp-image-7579" style="aspect-ratio:4/3" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-4-827x600.jpg 827w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-4-300x218.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-4-768x557.jpg 768w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-4.jpg 1027w" sizes="(max-width: 827px) 100vw, 827px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-5.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="890" height="600" data-id="7580" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-5-890x600.jpg" alt="" class="wp-image-7580" style="aspect-ratio:4/3" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-5-890x600.jpg 890w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-5-300x202.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-5-768x517.jpg 768w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-5.jpg 1027w" sizes="(max-width: 890px) 100vw, 890px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-6.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="751" height="600" data-id="7581" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-6-751x600.jpg" alt="" class="wp-image-7581" style="aspect-ratio:4/3" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-6-751x600.jpg 751w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-6-300x240.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-6-768x614.jpg 768w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-6.jpg 1027w" sizes="(max-width: 751px) 100vw, 751px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-7.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="624" height="600" data-id="7582" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-7-624x600.jpg" alt="" class="wp-image-7582" style="aspect-ratio:4/3" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-7-624x600.jpg 624w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-7-300x288.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-7-768x738.jpg 768w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-7.jpg 1027w" sizes="(max-width: 624px) 100vw, 624px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-8.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="836" height="600" data-id="7583" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-8-836x600.jpg" alt="" class="wp-image-7583" style="aspect-ratio:4/3" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-8-836x600.jpg 836w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-8-300x215.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-8-768x551.jpg 768w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-8.jpg 1027w" sizes="(max-width: 836px) 100vw, 836px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-9.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="781" height="600" data-id="7584" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-9-781x600.jpg" alt="" class="wp-image-7584" style="aspect-ratio:4/3" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-9-781x600.jpg 781w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-9-300x230.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-9-768x590.jpg 768w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/galeria-seminario-fieac-001-9.jpg 1027w" sizes="(max-width: 781px) 100vw, 781px" /></a></figure>
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		<title>Não podemos ser a porta dos fundos da indústria de qualquer outra nação</title>
		<link>https://fieac.org.br/nao-podemos-ser-a-porta-dos-fundos-da-industria-de-qualquer-outra-nacao/</link>
		
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 13:11:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil precisa decidir se quer ser uma potência industrial ou apenas um grande mercado consumidor para a produção de outros países, limitando-se continuamente a ser um exportador de comodities. A pergunta se tornou urgente diante da invasão de produtos importados que chega ao nosso mercado, em muitos casos, diretamente da China e, cada vez [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Brasil precisa decidir se quer ser uma potência industrial ou apenas um grande mercado consumidor para a produção de outros países, limitando-se continuamente a ser um exportador de comodities. A pergunta se tornou urgente diante da invasão de produtos importados que chega ao nosso mercado, em muitos casos, diretamente da China e, cada vez mais, por meio de outras nações que funcionam como portas de entrada para mercadorias de diversos países.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não somos contra as importações industriais. O que defendemos é a inserção do Brasil no comércio internacional de produtos manufaturados de forma positiva para o país e para os brasileiros. Por isso, não podemos aceitar que o imenso ambiente econômico local se torne o destino preferencial de itens que encontram barreiras em outros mercados e chegam aqui por rotas alternativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando uma economia de enorme escala e capacidade produtiva como a chinesa encontra mercados fechados por tarifas, medidas antidumping, subsídios ou outras barreiras, ela procura novos destinos. O Brasil, pelo tamanho de seu mercado, pela abertura relativa de sua economia e pela competitividade ainda insuficiente de grande parte de nossa indústria, tem sido um desses destinos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O nosso país bateu recordes de exportação nos últimos anos, mas nossa indústria perde terreno no mundo e dentro de casa. Hoje temos o maior déficit comercial da indústria de transformação desde 2000, participação inferior a 1% nas exportações mundiais de manufaturados e uma presença recorde de bens importados no consumo nacional. Estamos exportando mais volume e menos complexidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não podemos olhar esses números como se fossem fenômenos independentes. A China é hoje a principal origem das importações brasileiras, e basicamente de baixo valor agregado. E a própria Confederação Nacional da Indústria (CNI) já mostrou que o Brasil importa cerca de US$ 5 bilhões por ano em produtos chineses que são alvo de medidas contra subsídios em outros mercados. É preciso, portanto, olhar não apenas quanto estamos importando, mas o que, de onde, a que preço e, sobretudo, por que determinados fluxos estão mudando de direção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O aumento das barreiras comerciais em grandes economias está criando um mundo de fluxos comerciais cada vez mais desviados. A CNI já identificou sinais desse movimento no Sudeste Asiático. Em 2025, o volume importado pelo Brasil da Indonésia chegou a crescer 72,8% em maio, na comparação anual; no caso da Tailândia, a alta foi de 31,4%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não podemos esperar que o problema apareça nas estatísticas depois que fábricas brasileiras tiverem fechado. A defesa comercial será mais eficiente se for preventiva, não apenas reativa. E mais ainda, a defesa comercial precisa ser feita com o total entendimento das cadeias produtivas. O Brasil precisa monitorar sistematicamente os fluxos de importação, cruzar dados de origem, preços e volumes, identificar mudanças abruptas nas rotas comerciais e investigar rapidamente indícios de triangulação ou de desvio de comércio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não se trata de presumir ilegalidade. Trata-se de investigar quando houver evidências. É para isso que existe a defesa comercial. Sendo de capital importância a análise de impacto sobre toda a cadeia produtiva, em toda e qualquer ação de defesa comercial. A CNI já tem se colocado inteiramente à disposição do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) para colaborar ativamente de forma construtiva. E, para tanto, já demos andamento à assinatura de um ACT de colaboração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2024, foram abertas 375 investigações antidumping e 64 investigações sobre subsídios, ambos recordes históricos. As principais economias estão aperfeiçoando seus instrumentos pois compreenderam que política comercial deixou de ser apenas uma questão tarifária. Tornou-se um assunto de segurança econômica. O Brasil não pode ser ingênuo. Também precisamos ampliar o olhar sobre os subsídios. O antidumping combate determinadas práticas de preços, mas medidas compensatórias enfrentam outra realidade: o apoio concedido por governos estrangeiros às empresas e aos produtos que chegam ao nosso mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CNI já mostrou que o Brasil utiliza muito menos medidas compensatórias contra produtos dos diversos países, inclusive chineses, do que outras grandes economias. Em outras palavras, temos instrumentos que ainda podem ser mais bem utilizados para enfrentar distorções provocadas por subsídios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Defender a indústria brasileira não significa fechá-la para o mundo, nem muito menos tutelar e/ou incentivar a ineficiência. Erguer apenas barreiras não é a solução. A indústria brasileira precisa ser mais competitiva, investir mais em inovação, em tecnologia e em produtividade, reduzir o famigerado Custo Brasil e conquistar mercados. A defesa comercial e a internacionalização devem ser complementares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto a defesa comercial reduz vulnerabilidades, a internacionalização amplia oportunidades. Ela atrai investimentos, incorpora tecnologia, aumenta produtividade e conecta empresas brasileiras às cadeias globais de produção e inovação. Por isso, a resposta brasileira precisa ter duas vias. Ela deve dar equidade e justiça competitiva a concorrência e abrir mercados. Precisamos implementar os acordos comerciais já negociados, buscar novas parcerias estratégicas e criar condições para que empresas brasileiras de todos os portes exportem mais e participem das cadeias internacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ser parceiro da China é importante, bem como dos Estados Unidos, da União Europeia e demais países. Mas, não significa aceitar que o Brasil seja o mercado de compensação para o excesso de capacidade industrial e/ou de interesses geopolíticos específicos. E, também não significa permitir que terceiros países sejam utilizados como atalhos para contornar medidas comerciais legítimas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estamos diante de uma mudança estrutural no comércio mundial. Excesso de capacidade produtiva, reorganização das cadeias globais, tensões geopolíticas e multiplicação de barreiras transformaram a política comercial em instrumento de segurança econômica. Por isso, não basta responder a cada nova onda de importações depois que ela chega. Precisamos de uma política de Estado. É nesse sentido que a CNI propõe uma sétima missão para a Nova Indústria Brasil, dedicada à internacionalização da indústria, com metas, financiamento e coordenação entre comércio, investimento e inovação. E, principalmente, atuação firme e planejada do combate efetivo ao “Custo Brasil”, precificado em cerca de R$ 1,7 trilhão/ ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil não pode escolher entre estar aberto ao mundo e proteger sua indústria. Precisamos fazer as duas coisas. Uma indústria forte não é aquela que teme a competição internacional. É aquela que consegue competir internacionalmente porque encontra, em seu próprio país, condições competitivas para produzir, investir, inovar e crescer.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>*Ricardo Alban é empresário e presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI).</em></p>
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		<title>FIEAC promove seminário sobre licenciamento, regularização e desenvolvimento dos setores produtivos</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 21:35:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC) realiza, nesta quinta-feira (3), o Seminário Licenciamento, Regularização e Desenvolvimento dos Setores Produtivos do Acre. O evento ocorre a partir das 13h30, no auditório térreo da FIEAC, em Rio Branco, e reunirá representantes de órgãos públicos e do setor produtivo para discutir temas relacionados à regularização, [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC) realiza, nesta quinta-feira (3), o Seminário Licenciamento, Regularização e Desenvolvimento dos Setores Produtivos do Acre. O evento ocorre a partir das 13h30, no auditório térreo da FIEAC, em Rio Branco, e reunirá representantes de órgãos públicos e do setor produtivo para discutir temas relacionados à regularização, ao licenciamento, à segurança jurídica e ao desenvolvimento sustentável das atividades econômicas no estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação contará com palestras e debates sobre assuntos como Cadastro Técnico Federal e Relatório de Atividades Potencialmente Poluidoras, regulação minerária, atuação do Serviço Geológico do Brasil (SGB), licenciamento ambiental municipal e estadual e a relação entre licenciamento ambiental e patrimônio cultural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Participam representantes da Agência Nacional de Mineração (ANM), SGB, Ibama, Imac, Sema, Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Rio Branco, Iphan, além de lideranças empresariais e do setor produtivo. O seminário busca aproximar instituições públicas, empresas e empreendedores, fortalecendo o diálogo, a cooperação e a construção de soluções que conciliem regularização e desenvolvimento econômico e sustentável no Acre.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1140" height="1425" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/card094586095.jpg" alt="" class="wp-image-7562" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/card094586095.jpg 1140w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/card094586095-240x300.jpg 240w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/card094586095-480x600.jpg 480w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/card094586095-768x960.jpg 768w" sizes="(max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Inscrições gratuitas</h2>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-2 wp-block-paragraph">As inscrições são gratuitas e estão abertas ao público interessado. Para participar, basta acessar o <strong><a href="https://www.even3.com.br/seminario-licenciamento-regularizacao-e-desenvolvimento-dos-setores-produtivos-do-acre-771309/">link de inscrição</a></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Serviço</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Seminário Licenciamento, Regularização e Desenvolvimento dos Setores Produtivos do Acre</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Data</strong>: 3 de setembro de 2026</li>



<li><strong>Horário</strong>: 13h30</li>



<li><strong>Local</strong>: Auditório da FIEAC – térreo | Av. Ceará, 3.727</li>
</ul>
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		<title>Projeto Pão na Estrada forma 120 alunos em Sena Madureira e impulsiona novos negócios</title>
		<link>https://fieac.org.br/projeto-pao-na-estrada-forma-120-alunos-em-sena-madureira-e-impulsiona-novos-negocios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[webmaster]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 14:30:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sonho de conquistar uma nova oportunidade no mercado de trabalho ou até mesmo abrir o próprio negócio ganhou um novo impulso para 120 moradores de Sena Madureira. Entre os dias 16 e 28 de agosto, o Projeto Pão na Estrada, levou ao município cursos gratuitos de qualificação profissional nas áreas de Boas Práticas de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O sonho de conquistar uma nova oportunidade no mercado de trabalho ou até mesmo abrir o próprio negócio ganhou um novo impulso para 120 moradores de Sena Madureira. Entre os dias 16 e 28 de agosto, o Projeto Pão na Estrada, levou ao município cursos gratuitos de qualificação profissional nas áreas de Boas Práticas de Manipulação de Alimentos, Pães e Massas Especiais, Salgadeiro e Pizzaiolo.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="760" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/projeto-pao-na-estrada-senaiac-002-760x600.jpg" alt="" class="wp-image-7556" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/projeto-pao-na-estrada-senaiac-002-760x600.jpg 760w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/projeto-pao-na-estrada-senaiac-002-300x237.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/projeto-pao-na-estrada-senaiac-002-768x606.jpg 768w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/projeto-pao-na-estrada-senaiac-002.jpg 1140w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /><figcaption class="wp-element-caption">Jamis Fernandes,gerente da Escola SENAI, participou da solenidade</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto Pão na Estrada é desenvolvido por meio de uma parceria entre a Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC), o Sindicato das Indústrias de Panificação e Confeitaria do Estado do Acre (Sindpan), a Secretaria de Estado de Indústria, Ciência e Tecnologia (Seict), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e o Sebrae no Acre. A iniciativa é viabilizada com recursos oriundos de emenda parlamentar do deputado federal Zé Adriano e conta com o apoio das prefeituras dos municípios contemplados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A certificação marcou o encerramento de uma jornada de aprendizado que, segundo os próprios participantes, já começa a produzir resultados. Sem registrar nenhuma evasão, os cursos despertaram nos alunos o interesse em colocar os conhecimentos adquiridos em prática, gerar renda e até investir no próprio negócio.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="760" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/projeto-pao-na-estrada-senaiac-003-760x600.jpg" alt="" class="wp-image-7557" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/projeto-pao-na-estrada-senaiac-003-760x600.jpg 760w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/projeto-pao-na-estrada-senaiac-003-300x237.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/projeto-pao-na-estrada-senaiac-003-768x606.jpg 768w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/projeto-pao-na-estrada-senaiac-003.jpg 1140w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“Foram cursos nota 10. Estava precisando para atuar no mercado de trabalho”, contou Elaine Brito, que participou das capacitações de Boas Práticas de Manipulação de Alimentos, Pães e Massas Especiais, Salgadeiro e Pizzaiolo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Leiliane Teixeira, a experiência também representa o primeiro passo para um novo projeto de vida. “Foi muito especial. Fiz Pães e Massas Especiais e pretendo agora investir em um próprio negócio e seguir em frente no mercado de trabalho”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Francisco Siqueira também pretende transformar o conhecimento adquirido em uma fonte de renda. “Foram cursos muito interessantes e bem estruturados. Futuramente, preciso colocar em prática os quatro cursos que fiz para ter minha própria renda”, relatou. Segundo ele, a didática da instrutora e a oportunidade oferecida pelo SENAI e pelas instituições parceiras foram fundamentais para o aprendizado.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="760" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/projeto-pao-na-estrada-senaiac-005-760x600.jpg" alt="" class="wp-image-7559" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/projeto-pao-na-estrada-senaiac-005-760x600.jpg 760w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/projeto-pao-na-estrada-senaiac-005-300x237.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/projeto-pao-na-estrada-senaiac-005-768x606.jpg 768w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/projeto-pao-na-estrada-senaiac-005.jpg 1140w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Qualificação que chega onde o aluno está</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para o gerente da Escola SENAI, Jamis Fernandes, o resultado alcançado em Sena Madureira demonstra a importância de levar a educação profissional para além dos grandes centros. Além da formação dos 120 alunos, ele destaca a ausência de evasão e o fato de muitos participantes já estarem produzindo e comercializando alimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Foi um resultado extremamente positivo. Muitos dos alunos já começaram a produzir e comercializar produtos e outros pretendem montar seu próprio negócio”, frisou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A realização das atividades contou com a parceria do Auto Posto Rosellão, onde foi instalada a Unidade Móvel do SENAI, e da Secretaria Municipal, que cedeu uma escola para a realização dos cursos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="760" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/projeto-pao-na-estrada-senaiac-004-760x600.jpg" alt="" class="wp-image-7558" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/projeto-pao-na-estrada-senaiac-004-760x600.jpg 760w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/projeto-pao-na-estrada-senaiac-004-300x237.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/projeto-pao-na-estrada-senaiac-004-768x606.jpg 768w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/projeto-pao-na-estrada-senaiac-004.jpg 1140w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A certificação contou com a presença de Solange Chalub, diretora de Indústria da Seict, e da empresária Linda Inês, representando o Sindpan/AC.</p>
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		<title>Ministro do TST profere palestra na FIEAC sobre segurança jurídica nas relações de trabalho</title>
		<link>https://fieac.org.br/ministro-do-tst-profere-palestra-na-fieac-sobre-seguranca-juridica-nas-relacoes-de-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[webmaster]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 14:01:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As transformações no mundo do trabalho, os desafios enfrentados pelo setor produtivo e a importância de relações trabalhistas equilibradas estarão em pauta nesta sexta-feira, 4 de setembro. A Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC), em parceria com a Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul (FIEMS), promoverá a palestra “Segurança [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">As transformações no mundo do trabalho, os desafios enfrentados pelo setor produtivo e a importância de relações trabalhistas equilibradas estarão em pauta nesta sexta-feira, 4 de setembro. A Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC), em parceria com a Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul (FIEMS), promoverá a palestra “Segurança Jurídica nas Relações de Trabalho: Desafios e Perspectivas”, que será proferida pelo vice-presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Guilherme Augusto Caputo Bastos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento será realizado às 15h, no Auditório da FIEAC, em Rio Branco, e será voltado a empresários, gestores, profissionais e estudantes do Direito, líderes sindicais e demais interessados. O objetivo central será aprofundar o debate sobre temas que impactam diretamente o cotidiano corporativo, fomentando um ambiente de negócios mais seguro, previsível e adaptado às exigências da realidade atual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o setor industrial, a segurança jurídica é um pilar indispensável para a tomada de decisões estratégicas, atração de investimentos, planejamento de longo prazo e manutenção da geração de emprego e renda. O encontro representará, portanto, uma oportunidade relevante de alinhamento e atualização diante das constantes transformações do mercado e do surgimento de novas relações de trabalho.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1140" height="1425" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/Card-palestra-trabalho.jpg" alt="" class="wp-image-7552" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/Card-palestra-trabalho.jpg 1140w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/Card-palestra-trabalho-240x300.jpg 240w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/Card-palestra-trabalho-480x600.jpg 480w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/Card-palestra-trabalho-768x960.jpg 768w" sizes="(max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>SERVIÇO</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Evento</strong>: Palestra “Segurança Jurídica nas Relações de Trabalho: Desafios e Perspectivas”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Palestrante</strong>: Ministro Guilherme Augusto Caputo Bastos (Vice-presidente do TST)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Data</strong>: 4 de setembro de 2026</p>



<p class="wp-block-paragraph">Horário: 15h</p>



<p class="wp-block-paragraph">Local: Auditório da FIEAC (Av. Ceará, nº 3.727, Bairro 7º BEC – Rio Branco/AC)</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-4 wp-block-paragraph"><strong>Inscrições</strong>: Gratuitas pelo <strong><a href="https://www.even3.com.br/palestra-seguranca-juridica-nas-relacoes-de-trabalho-desafios-e-perspectivas-776971/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">link</a></strong></p>
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		<title>Campanha Feito no Acre chega aos supermercados e amplia espaço para produtos acreanos</title>
		<link>https://fieac.org.br/campanha-feito-no-acre-chega-aos-supermercados-e-amplia-espaco-para-produtos-acreanos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[webmaster]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 21:40:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Fórum Empresarial de Inovação e Desenvolvimento do Acre, em parceria com o Sebrae/AC, a Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC), a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Acre (FAEAC) e o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Indústria, Ciência e Tecnologia (SEICT), realizou nesta terça-feira (1º) [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Fórum Empresarial de Inovação e Desenvolvimento do Acre, em parceria com o Sebrae/AC, a Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC), a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Acre (FAEAC) e o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Indústria, Ciência e Tecnologia (SEICT), realizou nesta terça-feira (1º) o lançamento da campanha Feito no Acre nos supermercados. A iniciativa teve início nos supermercados Arasuper e Mercale, em Rio Branco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação representa uma nova etapa da campanha Feito no Acre, que busca ampliar a visibilidade dos produtos produzidos no estado, fortalecer as empresas e os empreendedores locais e aproximar a produção acreana dos consumidores.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Uma campanha para valorizar o que é produzido no Acre</h2>



<p class="wp-block-paragraph">“Isso é uma iniciativa do Fórum Empresarial, que entendeu que nós precisávamos criar uma campanha de promoção dos produtos feitos no Acre, que são, às vezes, tão bons como aqueles que vêm de fora, mas que o consumidor, às vezes, não está atento a eles”, afirmou, Assuero Veronez, presidente do Fórum Empresarial.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="977" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/feito-no-acre-002-977x600.jpg" alt="" class="wp-image-7547" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/feito-no-acre-002-977x600.jpg 977w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/feito-no-acre-002-300x184.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/feito-no-acre-002-768x472.jpg 768w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/feito-no-acre-002.jpg 1140w" sizes="(max-width: 977px) 100vw, 977px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Para Assuero, dar maior visibilidade aos produtos locais é uma forma de estimular o consumidor a reconhecer a qualidade e a diversidade daquilo que é produzido no estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a coordenadora do Fórum Empresarial, Tíssia Veloso, essa nova etapa busca tornar o movimento cada vez mais presente no cotidiano dos consumidores e reforçar os impactos positivos do consumo de produtos locais para a economia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Porque, valorizando, fortalecendo, consumindo o que produzimos aqui, a gente sabe que isso repercute na economia local. Nesse novo passo, junto às redes de supermercados, a ideia é que a gente torne a campanha, de fato, mais presente”, destacou Tissia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a presença da campanha nas prateleiras dos supermercados, a proposta é facilitar a identificação dos produtos feitos no Acre e estimular a população a incluí-los em suas escolhas de compra. A iniciativa também contribui para ampliar os espaços de comercialização e fortalecer a conexão entre produtores, indústria, comércio e consumidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o CEO do grupo Arasuper, Adem Araújo, a iniciativa representa um avanço para o fortalecimento da indústria e do comércio acreano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É um dia muito importante para nós, supermercadistas, assim como para a indústria. E hoje, com certeza, vamos dar mais um passo importante para que a gente possa crescer mais ainda na geração de emprego e renda através da industrialização no nosso estado.”</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="977" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/feito-no-acre-003-977x600.jpg" alt="" class="wp-image-7548" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/feito-no-acre-003-977x600.jpg 977w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/feito-no-acre-003-300x184.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/feito-no-acre-003-768x472.jpg 768w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/feito-no-acre-003.jpg 1140w" sizes="(max-width: 977px) 100vw, 977px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A chegada da campanha aos supermercados também cria novas possibilidades para que os consumidores conheçam produtos e marcas que fazem parte da produção local. Além da identificação nas gôndolas, ações de demonstração e degustação ajudam a aproximar o público dos produtos e a estimular novas experiências de consumo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o CEO do Mercale, Jeferson Fagundes, apresentar diretamente os produtos ao consumidor é uma estratégia importante para aumentar o conhecimento e a aceitação das marcas acreanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Você tem um passo a passo para encantar o nosso cliente. Quando você implanta um produto novo, mesmo sendo da nossa terra, tem que gerar uma demonstração e degustação do produto”, destacou.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="977" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/feito-no-acre-004-977x600.jpg" alt="" class="wp-image-7549" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/feito-no-acre-004-977x600.jpg 977w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/feito-no-acre-004-300x184.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/feito-no-acre-004-768x472.jpg 768w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/09/feito-no-acre-004.jpg 1140w" sizes="(max-width: 977px) 100vw, 977px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Na sua próxima compra, procure o selo Feito no Acre e faça parte desse movimento.</p>
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		<title>VigIndústria: relatório revela desafios para a saúde dos trabalhadores</title>
		<link>https://fieac.org.br/vigindustria-relatorio-revela-desafios-para-a-saude-dos-trabalhadores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[webmaster]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 13:17:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Divulgado nesta terça-feira (1º) no Conecta Saúde 2026, levantamento com mais de 800 indústrias mostra que sedentarismo, estresse e má alimentação desafiam a saúde dos funcionáriosQuase metade dos trabalhadores da indústria brasileira não pratica atividade física nos momentos de lazer e 1 em cada 5 relata nível elevado de estresse. Os dados são do VigIndústria [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Divulgado nesta terça-feira (1º) no Conecta Saúde 2026, levantamento com mais de 800 indústrias mostra que sedentarismo, estresse e má alimentação desafiam a saúde dos funcionários<br></strong><br>Quase metade dos trabalhadores da indústria brasileira não pratica atividade física nos momentos de lazer e 1 em cada 5 relata nível elevado de estresse. Os dados são do VigIndústria Brasil, estudo do Serviço Social da Indústria (SESI) divulgado nesta terça-feira (1º), durante o Conecta Saúde 2026, em São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Vigindústria é uma parceria entre o SESI, o Conselho Nacional do SESI (CN-SESI) e o Ministério da Saúde. A proposta é identificar e mapear os fatores de risco e diferentes necessidades dos trabalhadores para apoiar as empresas a definir prioridades e a planejar ações de promoção da saúde e prevenção de doenças crônicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os hábitos acompanhados pelo relatório, a alimentação aparece como um dos principais pontos de atenção. Cerca de sete em cada dez trabalhadores (71%) comem poucas frutas e hortaliças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A exposição prolongada às telas também alcança parcela significativa da população pesquisada: quase 34% passam 3 horas ou mais por dia usando computador, tablet ou celular para acessar redes sociais, assistir a filmes ou se distrair com jogos. Um comportamento que é especialmente presente entre os mais jovens. Na faixa etária abaixo de 30 anos a proporção de trabalhadores expostos a tempo prolongado de tela sobe para 48%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No conjunto da amostra, 20,3% dos trabalhadores relataram nível elevado de estresse e 18,7% disseram ter dificuldade para relaxar e aproveitar o tempo de lazer. Entre os menores de 30 anos, o índice chega a 21%.</p>



<div class="infogram-embed" data-id="_/QXZHJGF8HbCyKChXiDvW" data-type="interactive" data-title="28/08/2026 - VigIndústria"></div><script>!function(e,n,i,s){var d="InfogramEmbeds";var o=e.getElementsByTagName(n)[0];if(window[d]&&window[d].initialized)window[d].process&&window[d].process();else if(!e.getElementById(i)){var r=e.createElement(n);r.async=1,r.id=i,r.src=s,o.parentNode.insertBefore(r,o)}}(document,"script","infogram-async","https://e.infogram.com/js/dist/embed-loader-min.js");</script>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente do Conselho Nacional do SESI, Fausto Junior, destaca que o relatório fortalece a gestão da saúde dos trabalhadores e permite respostas mais adequadas à realidade de cada região do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nesse processo, o SESI desempenha um papel complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), conforme previsto na Constituição e na legislação. Pela sua capilaridade e presença no mundo do trabalho, pode somar esforços e ampliar o alcance das ações de promoção, prevenção e cuidado junto aos trabalhadores da indústria. Essa articulação entre governo, Sistema Indústria e empresas é fundamental para transformar conhecimento em melhores condições de saúde e qualidade de vida”, assegura Fausto.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Doenças crônicas se tornam mais frequentes com o avanço da idade</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação a doenças crônicas, o VigIndústria mostra que a obesidade é a condição mais prevalente entre as investigadas e atinge 22,7% dos trabalhadores. Problemas crônicos de coluna aparecem em 19% da amostra, seguidos pelo colesterol alto, com 17% e hipertensão, com 16%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A relação entre envelhecimento e adoecimento fica mais clara no caso do diabetes. A prevalência é de 5,7% entre todos os entrevistados e aumenta progressivamente com a idade: passa de 3% entre os menores de 30 anos para 8% na faixa dos 40 aos 59 anos e chega a 22 entre aqueles com 60 anos ou mais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a especialista do SESI Georgia Matos, compreender essas diferenças é uma etapa fundamental para que as informações produzidas pelo levantamento sejam incorporadas ao planejamento das empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os dados precisam chegar à tomada de decisão. Se identificamos, por exemplo, uma concentração maior de determinado fator de risco em uma população, essa informação deve ajudar a orientar programas, campanhas, acompanhamento e ações específicas para aquele grupo”, afirma.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Trabalhadores têm percepção positiva sobre segurança</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório também aborda a percepção dos trabalhadores sobre a segurança no ambiente de trabalho e mostra que mais de 8 em cada 10 (84%) afirmam que a segurança importa para a empresa, e mais de 7 em cada 10 percebem que a organização prioriza a prevenção e avaliam o ambiente de trabalho como seguro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados variam, porém, quando treinamento e comunicação são analisados de acordo com o porte das empresas. Entre trabalhadores de micro e pequenas indústrias, 56% afirmam receber treinamento para emergências e prevenção de acidentes, frente a 68% nas médias e grandes empresas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Confira o estudo na íntegra:</h3>



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<div class="wp-block-button is-style-outline is-style-outline--3"><a class="wp-block-button__link has-white-color has-vivid-cyan-blue-to-vivid-purple-gradient-background has-text-color has-background has-link-color wp-element-button" href="https://static.portaldaindustria.com.br/portaldaindustria/noticias/media/filer_public/fc/83/fc836c73-55b5-4ed7-9e4c-13a54a95786c/relatorio_vigindustria_-_conecta_saude_2026.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>Relatório VigIndustria &#8211; Conecta Saúde 2026.pdf (1,7 MB)</strong></a></div>
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<h2 class="wp-block-heading">Mais sobre o VigIndústria</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Realizado entre julho e dezembro de 2025, o VigIndústria ouviu 57.952 trabalhadores de 825 empresas e analisou 33 indicadores distribuídos em seis dimensões: sociodemográfica, comportamentos de risco, bem-estar mental, morbidade referida, percepção de saúde e autocuidado e cultura de segurança. A proposta é mapear fatores de risco e diferentes necessidades da população trabalhadora, gerando informações que apoiem empresas e instituições na definição de prioridades e no planejamento de ações de promoção da saúde e prevenção.</p>
<p>O post <a href="https://fieac.org.br/vigindustria-relatorio-revela-desafios-para-a-saude-dos-trabalhadores/">VigIndústria: relatório revela desafios para a saúde dos trabalhadores</a> apareceu primeiro em <a href="https://fieac.org.br">Sistema Federação das Indústrias do Estado do Acre - FIEAC</a>.</p>
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		<title>Brasil pode levar até 30 anos para compensar déficit de produtividade com jornada de 40 horas, diz CNI</title>
		<link>https://fieac.org.br/brasil-pode-levar-ate-30-anos-para-compensar-deficit-de-produtividade-com-jornada-de-40-horas-diz-cni/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[webmaster]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:47:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento mostra que o ganho de produtividade exigido pela redução da jornada varia entre os setores e sinaliza possíveis reflexos sobre empregos e saláriosO Brasil pode levar de 17 a 30 anos para acumular o ganho de produtividade necessário para compensar uma eventual redução da jornada semanal de trabalho para 40 horas, associada à alteração [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Levantamento mostra que o ganho de produtividade exigido pela redução da jornada varia entre os setores e sinaliza possíveis reflexos sobre empregos e salários<br></strong><br>O Brasil pode levar de 17 a 30 anos para acumular o ganho de produtividade necessário para compensar uma eventual redução da jornada semanal de trabalho para 40 horas, associada à alteração da escala 6&#215;1. A estimativa faz parte do estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgado nesta segunda-feira (31), que analisa os possíveis efeitos da mudança na economia e simula os impactos sobre a produtividade, o emprego formal e a massa salarial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A projeção considera o cenário em que as empresas mantêm empregos e salários e absorvem a queda nas horas trabalhadas sem desconto na remuneração. Nesse caso, o total de horas trabalhadas cairia em cerca de 7,8%, e a eficiência por hora trabalhada precisaria aumentar entre 8,3% e 8,5%. Na prática, seria necessário alcançar um salto de aumento de produtividade para compensar a redução do tempo disponível de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desafio está na velocidade com que a produtividade avança no Brasil. O estudo mostra que de 1981 a 2024, a produção por hora trabalhada cresceu, em média, 0,5% ao ano. Nesse ritmo, seriam necessários cerca de 17 anos para acumular o ganho estimado. Considerando o desempenho dos últimos seis anos, em que a média anual caiu para 0,28%, o período se aproxima de três décadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o presidente da CNI, Ricardo Alban, essa equação da produtividade permite avaliar diretamente o efeito de uma redução do tempo de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não existe país que sustente sua competitividade sem produtividade. Ela é o que permite produzir mais e gerar mais valor com os recursos disponíveis. Quando ela é afetada, as empresas sentem mais dificuldade na capacidade de investir, competir e remunerar melhor os trabalhadores”, alerta o presidente da CNI.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="567" height="1377" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/08/grafico-1.jpg" alt="" class="wp-image-7539" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/08/grafico-1.jpg 567w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/08/grafico-1-124x300.jpg 124w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/08/grafico-1-247x600.jpg 247w" sizes="(max-width: 567px) 100vw, 567px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Brasil está entre os países de menor produtividade no ranking mundial</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A produtividade depende tanto do desempenho do trabalho como da incorporação tecnológica, da qualificação profissional, da infraestrutura, da inovação e da organização dos processos. Esses são alguns dos principais fatores que determinam o quanto um país consegue produzir com os recursos e o tempo disponíveis. Quando o indicador de produtividade está baixo, a economia tem mais dificuldade para crescer, elevar salários e ampliar os investimentos. O maior custo de produção também pode pressionar os preços e reduzir a capacidade das empresas de competirem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na comparação internacional, o Brasil aparece entre as economias de menor produtividade. Segundo dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Brasil ocupa a 100ª posição mundial em produtividade por trabalhador e a 91ª em produtividade por hora trabalhada. O desempenho coloca o país distante de economias como Irlanda, Noruega, Estados Unidos e Bélgica, que apresentam níveis entre três e seis vezes superiores aos brasileiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alban destaca que a comparação mostra que a duração da jornada não pode ser analisada isoladamente. “O desempenho brasileiro mostra que a redução do tempo de trabalho só é sustentável se houver condições que permitam elevar a eficiência econômica. O desafio é bem maior do que condensar em menos tempo o mesmo esforço. São necessárias condições estruturais capazes de tornar o trabalho mais eficiente. E esse ainda é um desafio importante para o Brasil”, explica Alban.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Indústria precisaria de ganho de produtividade superior à média atual</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O esforço necessário para compensar a redução do tempo de trabalho também varia entre as atividades econômicas. Setores mais intensivos em mão de obra ou com menor capacidade de reorganizar processos podem exigir ganhos maiores de produtividade para manter o nível de produção. Na indústria extrativa, esse avanço poderia chegar a 10,4%; na construção, a 9,8%; e, na indústria de transformação, a 9,3%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos setores industriais, destaca-se que a agropecuária necessitaria de uma elevação de produtividade de até 13,6%, enquanto no comércio seria de 10,6%.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Confira o estudo na íntegra:</h3>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-6 wp-block-paragraph"><strong><a href="https://static.portaldaindustria.com.br/portaldaindustria/noticias/media/filer_public/7a/ee/7aee241e-2df9-4dff-909f-3295b0f76489/negociacao_coletiva.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Negociação Coletiva.pdf (8,9 MB)</a></strong></p>



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<div class="wp-block-button is-style-fill"><a class="wp-block-button__link has-midnight-gradient-background has-background wp-element-button" href="https://static.portaldaindustria.com.br/portaldaindustria/noticias/media/filer_public/7a/ee/7aee241e-2df9-4dff-909f-3295b0f76489/negociacao_coletiva.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>Negociação Coletiva.pdf (8,9 MB)</strong></a></div>
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<h2 class="wp-block-heading">No cenário de acomodação, massa salarial pode custar cerca de R$ 7,3 bilhões por mês</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Além de calcular o ganho de produtividade necessário, o estudo analisa como os efeitos da redução da jornada poderiam aparecer caso as empresas adotassem outras duas possíveis formas de adaptação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No cenário de rejeição, em que as empresas não absorvem o aumento dos custos e desligam trabalhadores com jornada superior ao limite, o número de empregos formais poderia cair de cerca de 41 milhões para 18,9 milhões, uma redução entre 53,7% e 77,5% na folha de pagamento das empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já no cenário de acomodação, a adaptação ocorre pela substituição de trabalhadores com jornadas superiores ao limite por aqueles com salários proporcionalmente menores. Nessa hipótese, a massa salarial poderia cair entre 2,9% e 6%, o equivalente a aproximadamente R$ 4,3 bilhões a R$ 7,3 bilhões por mês.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não existe redução de jornada imposta por lei que não afete empregos, salários e produção. Nos três cenários, os trabalhadores perdem. Isso pode significar custo por hora mais elevado e exigências de ganho de produtividade imediato, demissões ou substituição de mão de obra, com corte de salário para quem permanece”, alerta o presidente da CNI.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Jornada já está em 8 de cada 10 negociações coletivas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A jornada de trabalho aparece em 81,5% dos acordos e convenções coletivas analisados no estudo, o que corresponde a mais de 37 mil instrumentos ao longo de 12 meses. Desse total, 61,8% tratam diretamente da distribuição do tempo de trabalho, com cláusulas que tratam dos temas como horas extras, compensação, carga horária, intervalos, descansos, turnos, domingos e feriados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros 31,1% abordam efeitos da jornada sobre diferentes condições de trabalho, como adicional noturno, vale-transporte, participação nos lucros e resultados e benefícios. Os dados mostram que a negociação coletiva alcança não apenas a duração da jornada, mas também a forma como o tempo de trabalho é organizado e seus reflexos sobre outras regras e direitos negociados.</p>
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		<title>Acre concorre ao Prêmio Excelência Sindical da Indústria 2026 com três iniciativas</title>
		<link>https://fieac.org.br/acre-concorre-ao-premio-excelencia-sindical-da-industria-2026-com-tres-iniciativas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[webmaster]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 21:59:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Acre está entre os estados que concorrem ao Prêmio Excelência Sindical da Indústria 2026, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Nesta segunda edição, o estado é representado por três iniciativas: “Integrar para Fortalecer” e “Feito no Acre”, inscritas pela Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC), e “Pão na Estrada”, do Sindicato [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Acre está entre os estados que concorrem ao Prêmio Excelência Sindical da Indústria 2026, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Nesta segunda edição, o estado é representado por três iniciativas: “Integrar para Fortalecer” e “Feito no Acre”, inscritas pela Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC), e “Pão na Estrada”, do Sindicato das Indústrias de Panificação do Estado do Acre (Sindpan).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Criado para reconhecer ações que contribuem para o fortalecimento da representação sindical e do associativismo na indústria, o prêmio integra o Programa Excelência Sindical e busca dar visibilidade a experiências que podem inspirar outras entidades do Sistema Indústria. A iniciativa é dividida em duas categorias: Federação, destinada a projetos desenvolvidos pelas federações em áreas como fortalecimento sindical, associativismo e ações setoriais; e Sindicato, voltada a iniciativas conduzidas diretamente pelos sindicatos industriais para ampliar a representatividade e fortalecer sua atuação institucional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do reconhecimento institucional, os projetos selecionados serão reunidos no Catálogo do Prêmio Excelência Sindical da Indústria, publicação da CNI que apresenta experiências e boas práticas de entidades de diferentes regiões do país. O material funciona como uma vitrine de iniciativas e uma ferramenta de disseminação de conhecimento, favorecendo o intercâmbio de soluções, metodologias e estratégias entre federações e sindicatos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado da edição 2026 será divulgado em dezembro.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conheça as iniciativas que representam o Acre</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Integrar para Fortalecer</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Voltado ao fortalecimento da cultura associativista, o Integrar para Fortalecer busca estreitar o relacionamento entre empresários e entidades representativas, ampliar a participação dos associados e fortalecer a atuação sindical no estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa é estruturada a partir de imersões presenciais, que promovem integração, troca de experiências, alinhamento estratégico e maior conhecimento sobre o papel dos sindicatos e das entidades que compõem o Sistema FIEAC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira ação foi a 1ª Imersão Sindical, destinada a presidentes recém-empossados e integrantes das diretorias dos sindicatos patronais. A atividade teve como foco o aprimoramento da governança sindical, a ampliação do conhecimento sobre as atribuições das entidades e o fortalecimento da integração entre as lideranças.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Feito no Acre</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Com o propósito de fortalecer a produção local, a campanha Feito no Acre incentiva o consumo de produtos industrializados e produzidos no estado, contribuindo para valorizar a identidade produtiva acreana e ampliar a competitividade das empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estratégia reúne ações de comunicação, marketing, mobilização social, educação empreendedora, engajamento empresarial e transformação digital. Entre as iniciativas estão a criação de uma identidade visual própria, campanhas publicitárias, ações presenciais em supermercados, feiras e eventos, produção de conteúdo para plataformas digitais, capacitações e o desenvolvimento de uma plataforma virtual de negócios.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Pão na Estrada</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Inscrito pelo Sindpan/AC, o Pão na Estrada leva qualificação profissional a diferentes municípios acreanos e utiliza a formação como ferramenta para ampliar oportunidades de trabalho e geração de renda. A iniciativa é desenvolvida em parceria com a FIEAC, Secretaria de Estado de Indústria, Ciência e Tecnologia (SEICT), SENAI e Sebrae e oferece cursos gratuitos voltados às necessidades de cada localidade atendida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao levar conhecimento e capacitação para além da capital na área de panificação, o projeto aproxima o setor produtivo das comunidades, contribui para a formação de novos profissionais e fortalece a atuação do sindicato junto à sociedade.</p>
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