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	<title>Sistema Federação das Indústrias do Estado do Acre &#8211; FIEAC</title>
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	<title>Sistema Federação das Indústrias do Estado do Acre &#8211; FIEAC</title>
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		<title>Sistema Digital do Comprac é lançado na FIEAC</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 16:46:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Durante evento, governo do Estado também formaliza atos para novas compras junto às indústrias locaisA Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC) sediou, na tarde de terça-feira (2), o lançamento do Sistema Digital do Programa de Compras Governamentais de Incentivo às Indústrias do Acre (Comprac), iniciativa do governo do Estado, por meio da Secretaria [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Durante evento, governo do Estado também formaliza atos para novas compras junto às indústrias locais<br></strong><br>A Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC) sediou, na tarde de terça-feira (2), o lançamento do Sistema Digital do Programa de Compras Governamentais de Incentivo às Indústrias do Acre (Comprac), iniciativa do governo do Estado, por meio da Secretaria de Indústria, Ciência e Tecnologia (Seict).</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="900" height="545" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/comprac-fieac-002.jpg" alt="" class="wp-image-7122" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/comprac-fieac-002.jpg 900w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/comprac-fieac-002-300x182.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/comprac-fieac-002-768x465.jpg 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A nova plataforma representa um importante avanço na modernização da política pública de compras governamentais voltadas ao fortalecimento da indústria local. Com a digitalização dos processos, a expectativa é ampliar a transparência, a agilidade e a integração entre os órgãos públicos e as empresas credenciadas, gerando mais oportunidades de fornecimento para as indústrias acreanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a solenidade, também foram assinados atos institucionais para a abertura de novas demandas de compras públicas nos segmentos de uniformes, mobiliário corporativo, móveis planejados e produtos gráficos. As iniciativas envolvem órgãos estaduais como a Secretaria de Estado de Educação (SEE), a Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), a Controladoria-Geral do Estado (CGE), a Secretaria da Mulher (Semulher) e o Procon, fortalecendo a participação da indústria local no atendimento às necessidades da administração pública.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="900" height="495" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/comprac-fieac-003.jpg" alt="" class="wp-image-7123" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/comprac-fieac-003.jpg 900w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/comprac-fieac-003-300x165.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/comprac-fieac-003-768x422.jpg 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Para o presidente da FIEAC em exercício, João Paulo de Assis Pereira, as medidas representam mais um passo importante para o fortalecimento do ambiente de negócios e da produção industrial no Acre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Comprac passa a ganhar ainda mais musculatura, alcançando novos segmentos da indústria. Essa plataforma traz mais agilidade aos processos de contratação e credenciamento das empresas, já que muitos pequenos empreendimentos enfrentam dificuldades para acessar essas informações. Fico satisfeito em ver mais secretarias e órgãos públicos aderindo ao programa. Ainda há muito a avançar, e esperamos que todos os segmentos industriais sejam contemplados”, destacou.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="900" height="495" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/comprac-fieac-004.jpg" alt="" class="wp-image-7124" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/comprac-fieac-004.jpg 900w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/comprac-fieac-004-300x165.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/comprac-fieac-004-768x422.jpg 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Presente na solenidade e um dos principais entusiastas do programa, o deputado federal Zé Adriano ressaltou a importância do Comprac como política pública de incentivo à indústria acreana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essa é uma política industrial que tem a participação e a contribuição direta da FIEAC. O programa ajuda a manter centenas de empregos, mas também precisa representar um bom negócio para toda a sociedade e para o governo do Estado. Tenho muito orgulho de trabalhar pela continuidade do Comprac, que possui um alcance social extremamente relevante”, afirmou o parlamentar.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="900" height="495" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/comprac-fieac-005.jpg" alt="" class="wp-image-7125" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/comprac-fieac-005.jpg 900w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/comprac-fieac-005-300x165.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/comprac-fieac-005-768x422.jpg 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o secretário de Indústria, Ciência e Tecnologia, Marcio Agiolfi, o lançamento do Comprac Digital reforça o compromisso do governo estadual com a modernização da gestão pública e o fortalecimento do setor produtivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Desde o primeiro dia desta gestão, assumimos o compromisso de simplificar processos e trazer mais dinamismo à administração pública, transformando procedimentos complexos em soluções práticas para o dia a dia do setor produtivo. Essa ferramenta oferece um ambiente seguro, integrado, transparente e, acima de tudo, ágil”, enfatizou Agiolfi.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/comprac-fieac-006.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="900" height="495" data-id="7126" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/comprac-fieac-006.jpg" alt="" class="wp-image-7126" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/comprac-fieac-006.jpg 900w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/comprac-fieac-006-300x165.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/comprac-fieac-006-768x422.jpg 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/comprac-fieac-008.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="900" height="545" data-id="7128" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/comprac-fieac-008.jpg" alt="" class="wp-image-7128" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/comprac-fieac-008.jpg 900w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/comprac-fieac-008-300x182.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/comprac-fieac-008-768x465.jpg 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/comprac-fieac-007.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="900" height="545" data-id="7127" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/comprac-fieac-007.jpg" alt="" class="wp-image-7127" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/comprac-fieac-007.jpg 900w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/comprac-fieac-007-300x182.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/comprac-fieac-007-768x465.jpg 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></figure>
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		<title>Empresários acreanos do setor madeireiro participam de missão comercial na França</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 21:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cinco empresários acreanos participam, entre os dias 1º e 4 de junho, em Nantes, na França, da Missão Comercial ao Carrefour International du Bois, uma das mais importantes feiras internacionais do setor madeireiro. A iniciativa representa uma oportunidade estratégica para empresas brasileiras de madeira nativa ampliarem sua atuação internacional e fortalecerem sua presença no mercado [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Cinco empresários acreanos participam, entre os dias 1º e 4 de junho, em Nantes, na França, da Missão Comercial ao Carrefour International du Bois, uma das mais importantes feiras internacionais do setor madeireiro. A iniciativa representa uma oportunidade estratégica para empresas brasileiras de madeira nativa ampliarem sua atuação internacional e fortalecerem sua presença no mercado europeu.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="900" height="545" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/setor-moveleiro-franca-002.jpg" alt="" class="wp-image-7112" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/setor-moveleiro-franca-002.jpg 900w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/setor-moveleiro-franca-002-300x182.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/setor-moveleiro-franca-002-768x465.jpg 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A missão promove a aproximação entre empresas brasileiras e compradores internacionais, além de proporcionar acesso qualificado a tendências, inovações e oportunidades de negócios no segmento. Os empresários contam com o apoio da Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC), que viabilizou a participação do grupo no evento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o presidente do Sindicato das Indústrias de Madeira do Estado do Acre (Sindusmad/AC), Thyago Barlatti, o Carrefour International du Bois reúne produtores, distribuidores, importadores e especialistas de diversos países, consolidando-se como uma das principais vitrines mundiais do setor.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="900" height="545" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/setor-moveleiro-franca-003.jpg" alt="" class="wp-image-7113" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/setor-moveleiro-franca-003.jpg 900w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/setor-moveleiro-franca-003-300x182.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/setor-moveleiro-franca-003-768x465.jpg 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“Temos a oportunidade de prospectar novos clientes e mercados, compreender melhor o cenário da indústria madeireira na Europa e estabelecer contato direto com importantes representantes do segmento. Esse networking é fundamental para fortalecer nossos negócios. Agradecemos à FIEAC pelo apoio e por viabilizar nossa participação em uma missão tão relevante”, destacou Barlatti.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também integrante da missão, o CEO da Agrocortex, Marcos Preto, ressaltou que a feira é uma oportunidade para demonstrar que o Acre possui empresas, profissionais e florestas capazes de atender aos mais elevados padrões de qualidade, legalidade e sustentabilidade. Segundo ele, a participação no evento reforça a importância do setor de base florestal para a geração de emprego, renda e desenvolvimento sustentável na Amazônia.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="900" height="900" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/setor-moveleiro-franca-004.jpg" alt="" class="wp-image-7114" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/setor-moveleiro-franca-004.jpg 900w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/setor-moveleiro-franca-004-300x300.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/setor-moveleiro-franca-004-600x600.jpg 600w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/setor-moveleiro-franca-004-150x150.jpg 150w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/06/setor-moveleiro-franca-004-768x768.jpg 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">“Participar do Carrefour International du Bois permite à Agrocortex apresentar seu trabalho ao mercado internacional e, ao mesmo tempo, contribuir para ampliar a visibilidade da força e do potencial do setor florestal madeireiro acreano”, afirmou Marcos Preto.</p>
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		<item>
		<title>Tarifa adicional de 25% dos EUA ameaça exportações brasileiras e preocupa indústria, avalia CNI</title>
		<link>https://fieac.org.br/tarifa-adicional-de-25-dos-eua-ameaca-exportacoes-brasileiras-e-preocupa-industria-avalia-cni/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[webmaster]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 19:37:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Análise da instituição mostra que exportações da indústria de transformação aos Estados Unidos caíram 4,2% em 2025; CNI defende ampliação do diálogo entre os 2 países A Confederação Nacional da Indústria (CNI) acompanha com preocupação a proposta do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) de adicionar uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros e reforça [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Análise da instituição mostra que exportações da indústria de transformação aos Estados Unidos caíram 4,2% em 2025; CNI defende ampliação do diálogo entre os 2 países</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Confederação Nacional da Indústria (CNI) acompanha com preocupação a proposta do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) de adicionar uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros e reforça a importância do diálogo e da cooperação entre os dois países para a busca de soluções equilibradas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A instituição avalia que medidas tarifárias dessa natureza não contribuem para o fortalecimento da relação econômica bilateral e podem provocar impactos negativos em cadeias produtivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A relação econômica entre Brasil e Estados Unidos é estratégica, sólida e construída ao longo de décadas. A eventual adoção de tarifas adicionais vai prejudicar a indústria brasileira e o mercado norte-americano. O momento exige diálogo e análise técnica. De nossa parte, estamos prontos para contribuir com as negociações”, diz o presidente da CNI, Ricardo Alban.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados analisados pela CNI mostram que, em 2025, as exportações brasileiras de bens da indústria de transformação aos Estados Unidos tiveram uma queda de 4,2% em comparação com o ano anterior. As vendas do setor ao país totalizaram US$ 30,2 bilhões. Nove dos 15 principais setores da indústria de transformação registraram queda nas exportações no ano passado. As maiores reduções ocorreram em produtos de metal (-31,6%); madeira (-20%); celulose e papel (-19,9%) e veículos automotores (-17,6%).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Próximos passos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">No dia 6 de julho, o USTR vai promover uma audiência pública para debater o assunto, além de receber comentários por escrito sobre as medidas propostas, o que pode ser uma oportunidade adicional para o Brasil apresentar elementos técnicos e informações que contribuam para uma avaliação mais equilibrada dos temas tratados no relatório.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CNI seguirá acompanhando o tema e atuando junto às autoridades e ao setor produtivo dos dois países para defender soluções que preservem e fortaleçam a parceria econômica bilateral entre os dois países.</p>
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		<item>
		<title>Com investimento de R$ 28 milhões, Ginásio do SESI será reinaugurado nesta sexta-feira, 5 de junho</title>
		<link>https://fieac.org.br/com-investimento-de-r-28-milhoes-ginasio-do-sesi-sera-reinaugurado-nesta-sexta-feira-5-de-junho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[webmaster]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 14:41:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos mais importantes espaços para a prática esportiva, o lazer e a realização de grandes eventos no Acre, o Ginásio do SESI será reinaugurado nesta sexta-feira, 5 de junho, após passar por uma ampla reforma e modernização. A cerimônia de entrega contará com uma partida amistosa de vôlei feminino entre as equipes do SESI [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um dos mais importantes espaços para a prática esportiva, o lazer e a realização de grandes eventos no Acre, o Ginásio do SESI será reinaugurado nesta sexta-feira, 5 de junho, após passar por uma ampla reforma e modernização. A cerimônia de entrega contará com uma partida amistosa de vôlei feminino entre as equipes do SESI Vôlei Bauru (SP) e o SESI-AC. Todos os convites para o evento já foram esgotados. A programação será transmitida pelo YouTube da FIEAC: <a href="https://www.youtube.com/@federacaodasindustriasdoacre" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>https://www.youtube.com/@federacaodasindustriasdoacre</strong></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A obra recebeu investimento de R$ 28 milhões, com recursos do Departamento Nacional do SESI, e transformou o espaço em uma das mais modernas estruturas esportivas da Região Norte. O ginásio agora conta com climatização completa, três salas de convenções, isolamento acústico, 1.009 assentos esportivos e capacidade para receber até 5,6 mil pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o presidente da FIEAC e do Conselho Regional do SESI em exercício, João Paulo de Assis Pereira, a entrega representa um marco para o fortalecimento do esporte, da cultura e do entretenimento no estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Sem dúvida, este é um dos mais modernos equipamentos esportivos da Região Norte do país. Estamos muito entusiasmados e felizes por concretizar uma entrega tão importante para o setor industrial e para toda a sociedade acreana. Essa grandiosa obra é resultado do empenho do presidente licenciado da FIEAC, Zé Adriano, que liderou a busca pelos recursos necessários e idealizou a transformação que deu origem ao novo Ginásio do SESI”, destaca.</p>
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		<item>
		<title>Nova NR-01: guia do SESI ajuda empresas a identificar fatores psicossociais no trabalho</title>
		<link>https://fieac.org.br/nova-nr-01-guia-do-sesi-ajuda-empresas-a-identificar-fatores-psicossociais-no-trabalho/</link>
		
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		<pubDate>Fri, 29 May 2026 20:42:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em vigor desde o dia 26 de maio deste ano, atualização da norma do MTE amplia a gestão de riscos nas empresas e reforça a atenção à saúde dos trabalhadoresComo identificar, entre os diversos fatores que influenciam a saúde mental, aqueles que efetivamente estão relacionados à organização do trabalho? A pergunta ganha importância com a [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Em vigor desde o dia 26 de maio deste ano, atualização da norma do MTE amplia a gestão de riscos nas empresas e reforça a atenção à saúde dos trabalhadores<br></strong><br>Como identificar, entre os diversos fatores que influenciam a saúde mental, aqueles que efetivamente estão relacionados à organização do trabalho? A pergunta ganha importância com a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-01) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), na última terça-feira (26), que reforçou a gestão dos fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a mudança, aspectos ligados à organização do trabalho passam a integrar de forma mais explícita o processo de gerenciamento dos Fatores de Risco Psicossociais Relacionados ao Trabalho (FRPRT), ao lado dos agentes físicos, químicos, biológicos e de acidentes, já contemplados pela legislação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o superintendente de Saúde do Serviço Social da Indústria (SESI), Emmanuel Lacerda, a modernização reforça uma visão mais ampla da prevenção de riscos dentro das empresas.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong><a href="https://noticias.portaldaindustria.com.br/noticias/trabalho/8-pontos-para-entender-nr-01-e-fatores-psicossociais-relacionados-ao-trabalho/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">8 pontos para entender NR 01 e fatores psicossociais relacionados ao trabalho</a></strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">“Com as atualizações, as empresas precisam demonstrar de forma mais clara como identificam, avaliam e acompanham os fatores de risco psicossociais relacionados ao ambiente e à organização do trabalho. O SESI está preparado para apoiar esse processo por meio de suporte técnico e serviços especializados, oferecendo orientação sobre o passo a passo necessário para atender exigências normativas”, afirma Lacerda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A metodologia, disponível de forma gratuita, combina três perspectivas complementares de análise. “Ouvimos os trabalhadores por meio de instrumentos estruturados, analisamos à organização do trabalho e contamos com a avaliação técnica de especialistas em Segurança e Saúde no Trabalho (SST). Essas informações permitem identificar os fatores psicossociais relacionados ao trabalho e apoiar decisões baseadas em evidências”, explica o superintendente do SESI.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A entrada em vigor da nova NR-01 mostra a necessidade de análises mais criteriosas sobre os fatores que impactam a saúde mental no ambiente corporativo. O SESI alerta que interpretações simplificadas ou isoladas dos dados podem distorcer a compreensão do cenário e comprometer a efetividade das medidas adotadas pelas empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a metodologia desenvolvida pela instituição propõe uma análise integrada, baseada em evidências científicas, na avaliação técnica de especialistas e na escuta dos trabalhadores, permitindo identificar com mais precisão os fatores psicossociais relacionados ao trabalho e apoiar decisões mais assertivas na gestão da saúde ocupacional.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong><a href="https://www.portaldaindustria.com.br/publicacoes/2026/5/metodologia-para-abordagem-dos-fatores-de-risco-psicossociais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Confira a Metodologia para Abordagem dos Fatores de Risco Psicossociais</a></strong></li>
</ul>
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		<title>Número de setores industriais confiantes sobe de 1 para 6, aponta CNI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[webmaster]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 20:06:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Resultado reverte quadro de pessimismo recorde entre os segmentos observado em abril; empresários do Nordeste e do Centro-Oeste voltam a demonstrar confiançaO número de setores industriais confiantes passou de um para seis, em maio, apontam os Resultados Setoriais do Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), divulgados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta quarta-feira [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Resultado reverte quadro de pessimismo recorde entre os segmentos observado em abril; empresários do Nordeste e do Centro-Oeste voltam a demonstrar confiança<br></strong><br>O número de setores industriais confiantes passou de um para seis, em maio, apontam os Resultados Setoriais do Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), divulgados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta quarta-feira (27). O resultado reverte o quadro de pessimismo recorde entre os segmentos observado em abril, quando industriais de 28 dos 29 setores analisados demonstravam falta de confiança — cenário que não se via desde a pandemia de Covid-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os empresários ainda têm uma avaliação bastante negativa do desempenho das empresas e da economia, enquanto as expectativas para os próximos meses continuam moderadas. Por isso, ainda é cedo para afirmar que o resultado positivo de maio vai se repetir a ponto de reverter o quadro de desconfiança”, avalia Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ICEI Setorial - Maio de 2026" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/2Ho44VPK--8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Nordeste e Centro-Oeste se tornam confiantes</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O ICEI da região Nordeste aumentou 2,6 pontos, de 49,3 pontos para 51,9 pontos. No Centro-Oeste, o índice saltou 1,9 ponto, chegando aos 51,7 pontos. Os empresários de ambas as regiões passaram de um estado de falta de confiança para um estado de confiança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas regiões Sudeste e Sul, o ICEI também cresceu, diminuindo o pessimismo. Na primeira, registrou alta de 1,5 ponto, para 47,2 pontos. Na segunda, subiu 2,2 pontos, alcançando 45,3 pontos. Apesar da melhora, os empresários das duas regiões seguem pessimistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A região Norte, por outro lado, foi a única a apresentar queda do indicador. O índice recuou 0,6 ponto, para 45,2 pontos, aprofundando o cenário de falta de confiança.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pequenas, médias e grandes indústrias continuam pessimistas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">No recorte por porte de empresa, o ICEI subiu 1,8 ponto entre as grandes indústrias, 1,7 ponto entre as pequenas indústrias e 1,3 ponto entre as médias. Apesar disso, o índice de todos os portes permanece abaixo da linha de 50 pontos, apontando falta de confiança.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sobre o ICEI Setorial</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A edição de maio do ICEI Setorial consultou 1.675 empresas — 687 pequenas, 602 médias e 386 grandes — entre 4 e 13 de maio de 2026.</p>
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		<title>Papo Indústria: empresário relembra trajetória de sacoleiro de supermercado à primeira indústria de pães do Acre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[webmaster]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 15:46:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O novo episódio do Papo Indústria já está no ar e traz uma conversa inspiradora com o empresário Carlos Rocha, proprietário da Acrepan e presidente da Associação das Indústrias do Parque Industrial de Rio Branco (Aipi). Durante o programa, ele relembra sua trajetória no setor de panificação, fala sobre os desafios do empreendedorismo no Acre [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O novo episódio do Papo Indústria já está no ar e traz uma conversa inspiradora com o empresário Carlos Rocha, proprietário da Acrepan e presidente da Associação das Indústrias do Parque Industrial de Rio Branco (Aipi). Durante o programa, ele relembra sua trajetória no setor de panificação, fala sobre os desafios do empreendedorismo no Acre e destaca os objetivos da nova entidade representativa do segmento industrial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Natural de Xapuri, Carlos Rocha conta que chegou a Rio Branco aos 17 anos e iniciou sua vida profissional aos 18, em uma rede de supermercados. Ao longo dos anos, passou por diferentes funções até descobrir sua vocação na área de panificação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Comecei como sacoleiro (empacotador) e depois fui trabalhar como auxiliar de padaria. Ali fui aprendendo e aproveitando as oportunidades. Quando saí do supermercado, entusiasmado com o que já sabia, decidi abrir uma padaria, mas o negócio não deu certo e precisei recomeçar”, relembrou.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="PROGRAMA PAPO INDÚSTRIA EPISÓDIO 21" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/Ou7ySPW_QJQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Após retornar ao mercado de trabalho, o empresário decidiu investir em qualificação profissional. Formou-se técnico em panificação, realizou cursos fora do país e também estudou gastronomia. O conhecimento adquirido ao longo dos anos contribuiu para a criação da Acrepan, em 2016, considerada a primeira indústria de pães do Acre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a entrevista, Carlos também destacou o apoio de instituições parceiras, como a Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC), o SENAI e o Sebrae, no fortalecimento do empreendimento. Ele ainda ressaltou a importância da campanha “Feito no Acre”, que incentiva a valorização da produção local e da indústria acreana.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="771" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/05/papo-industria-acrepan-002-771x600.jpg" alt="" class="wp-image-7088" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/05/papo-industria-acrepan-002-771x600.jpg 771w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/05/papo-industria-acrepan-002-300x233.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/05/papo-industria-acrepan-002-768x597.jpg 768w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/05/papo-industria-acrepan-002.jpg 900w" sizes="(max-width: 771px) 100vw, 771px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Outro tema abordado no episódio foi a criação da Associação das Indústrias do Parque Industrial de Rio Branco (Aipi), fundada neste ano com o objetivo de fortalecer a representatividade do setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Carlos Rocha, um dos principais incentivadores da iniciativa foi o ex-secretário de Indústria, Ciência e Tecnologia, Assurbanípal Mesquita. “O Parque Industrial não tinha uma gerência e percebemos que ninguém respondia pelo espaço. Quando surgia alguma reivindicação, não sabíamos como e a quem recorrer. Então, a associação nasce justamente para fortalecer cada vez mais o setor industrial”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O episódio completo do Papo Indústria está disponível no canal da FIEAC no YouTube: <strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=Ou7ySPW_QJQ" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.youtube.com/watch?v=Ou7ySPW_QJQ</a></strong>. O conteúdo também pode ser ouvido nas principais plataformas de áudio.</p>
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		<title>Mercado ilícito custa mais de R$ 107 bilhões por ano para a indústria</title>
		<link>https://fieac.org.br/mercado-ilicito-custa-mais-de-r-107-bilhoes-por-ano-para-a-industria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[webmaster]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 22:20:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atos ilícitos causam prejuízo de R$ 39,1 bilhões à indústria e exige R$ 68,8 bilhões em gastos com segurança; de acordo com pesquisa da CNI, roubo de carga é o ilícito mais frequente contra as grandes indústriasAno a ano, o mercado ilícito é a causa de perdas bilionárias do setor produtivo no Brasil. A Sondagem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Atos ilícitos causam prejuízo de R$ 39,1 bilhões à indústria e exige R$ 68,8 bilhões em gastos com segurança; de acordo com pesquisa da CNI, roubo de carga é o ilícito mais frequente contra as grandes indústrias<br></strong><br>Ano a ano, o mercado ilícito é a causa de perdas bilionárias do setor produtivo no Brasil. A Sondagem Especial Brasil Legal, realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostra que um terço das empresas industriais foram afetadas por atos ilícitos nos últimos dois anos. O resultado: uma perda de receita líquida de vendas de R$ 39 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para 50% das empresas impactadas, a perda de receita bruta é o principal efeito negativo. Em segundo lugar, aparece a perda de participação de mercado, com 30%, seguida pelo aumento nos custos com segurança, 28%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Impacto das ilegalidades sobre pequenas e médias empresas é maior<br>Cerca de 31% das empresas reportam ter tido suas atividades prejudicadas. Esse número é mais frequente entre médias e grandes empresas (32% e 33%), quando comparado às pequenas (25%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O superintendente de Política Industrial da CNI, Fabrício Silveira, explica que o impacto negativo médio observado nas pequenas empresas é de 0,6% da receita líquida de vendas anual das empresas, enquanto nas médias empresas é de 0,8% e nas grandes de 0,4%, o que confirma a maior exposição ao risco econômico decorrente dos ilícitos entre as pequenas e médias empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Com estruturas financeiras mais enxutas, menor capacidade de diluição de custos fixos e acesso mais restrito a crédito e instrumentos de proteção, os pequenos negócios tendem a ser mais afetados, principalmente por meio da concorrência desleal”, destaca Silveira.</p>



<div class="infogram-embed" data-id="_/qANO8kkDqondqwlzv5DM" data-type="interactive" data-title="26/05/2026 - ilícitos na indústria"></div><script>!function(e,n,i,s){var d="InfogramEmbeds";var o=e.getElementsByTagName(n)[0];if(window[d]&&window[d].initialized)window[d].process&&window[d].process();else if(!e.getElementById(i)){var r=e.createElement(n);r.async=1,r.id=i,r.src=s,o.parentNode.insertBefore(r,o)}}(document,"script","infogram-async","https://e.infogram.com/js/dist/embed-loader-min.js");</script>



<h2 class="wp-block-heading">Roubo de carga lidera crimes contra a indústria</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a pesquisa, 32% das empresas afirmaram que são afetadas diretamente pelo roubo de carga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apenas no Rio de Janeiro, no ano de 2025, a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), estimou um prejuízo de R$ 314 milhões, com média de oito caminhões atacados por dia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Não conformidade de produtos é o segundo ilícito mais citado entre as empresas afetadas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O segundo tipo de ilícito mais citado pelas empresas afetadas pelo mercado ilegal foi a “Não conformidade de produtos com regulamentações técnicas”, com 29%. A não conformidade está relacionada à comercialização de produtos que não atendem às normas técnicas, regulatórias ou de segurança exigidas por lei, incluindo ausência de certificações obrigatórias, rotulagem inadequada ou descumprimento de padrões de qualidade.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="900" height="545" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/05/lapis.jpg" alt="" class="wp-image-7084" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/05/lapis.jpg 900w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/05/lapis-300x182.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/05/lapis-768x465.jpg 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Entre médias e pequenas, a não conformidade de produtos com regulamentações técnicas é o principal problema, atingindo 33% e 26% das empresas impactadas, respectivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essas práticas podem trazer riscos ao consumidor e configuram concorrência desleal, implicando prejuízos à indústria formal”, pontua Fabrício Silveira.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Indústria enfrenta altos custos com prevenção, com impacto de R$ 68,5 bilhões</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A prevenção contra os ilícitos custa mais que o crime, é o que traz o estudo. O levantamento mostra que os gastos da indústria com segurança, como patrimonial e cibernética, por exemplo, equivalem a 1,1% da receita líquida, o que totaliza um impacto de R$ 68,5 bilhões, valor superior às perdas diretas caudas pelos ilícitos, que chega a R$ 39,1 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, Fabrício Silveira alerta que o investimento em segurança digital ainda é baixo. “Apesar da crescente sofisticação dessas ameaças, o nível de investimento das empresas ainda é limitado. A sondagem especial mostra que cerca de 77,1% das empresas brasileiras destinam apenas 1% ou menos de seu orçamento para ações de cibersegurança. É preciso que a segurança cibernética passe a ocupar um papel mais estratégico no enfrentamento das ilegalidades”, afirma.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Fiscalização e controle são indicados como as medidas essenciais no combate à ilegalidade</h2>



<p class="wp-block-paragraph">77% apontam o aumento da fiscalização e controle como a principal medida para combater os efeitos das ilegalidades. 46% também acreditam que investir em ações de inteligência pode ser eficaz, enquanto 36% apostam no endurecimento da legislação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, para 41% das empresas, os órgãos de segurança pública dos estados, como as polícias Civil e Militar, são os que mais necessitam de fortalecimento, pois o crime atua muito em mercados locais físicos e vias de transporte. A Polícia Federal (38%) e a Receita Federal (36%) são as próximas na lista de prioridades para fortalecer o enfrentamento de esquemas estruturados e defesa de portos, aeroportos e fronteiras.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sobre a Pesquisa</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Sondagem Brasil Legal foi realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) entre os dias 3 e 12 de novembro de 2025, com 1.398 empresas de 32 setores industriais de pequeno, médio e grande porte de todo o país.</p>
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		<title>Escala 6&#215;1: CNI defende maior prazo e previsibilidade na proposta de transição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[webmaster]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 15:41:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Presidente Ricardo Alban avalia que tempo reduzido para adaptação às regras prejudica planejamento e segurança jurídica das empresas; dirigente se reunirá com senador Alcolumbre para discutir alternativasA Confederação Nacional da Indústria (CNI) criticou o curto prazo proposto para a transição nas regras da PEC que reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais e [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Presidente Ricardo Alban avalia que tempo reduzido para adaptação às regras prejudica planejamento e segurança jurídica das empresas; dirigente se reunirá com senador Alcolumbre para discutir alternativas<br></strong><br>A Confederação Nacional da Indústria (CNI) criticou o curto prazo proposto para a transição nas regras da PEC que reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais e propõe o fim da escala 6&#215;1. A proposta, apresentada pelo relator Léo Prates (Republicanos-BA), nesta segunda-feira (25), prevê a redução das quatro horas em 14 meses, divididos em duas etapas – as primeiras duas horas em até dois meses após a promulgação da PEC e as quatro horas em até 12 meses após a redução das primeiras duas horas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o presidente da CNI, Ricardo Alban, a proposta de transição compromete a previsibilidade e a segurança jurídica das empresas, prejudicando setores produtivos. “Como é que fica o planejamento estratégico das empresas, como é que ficam as pequenas e médias empresas diante de um prazo tão curto para se adaptarem à nova jornada e escala?”, questiona o dirigente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Confira aqui a sonora gravada nesta terça-feira pelo presidente da CNI, Ricardo Alban:</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Presidente da CNI, Ricardo Alban, fala sobre mudanças na jornada de trabalho" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/6Alnj2H7jbs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Alban destaca ainda que os impactos da medida afetarão diretamente o consumidor. “Isso representará um custo direto nos produtos e serviços, que serão repassados ao consumidor”, reforça Alban. “Quando se estabelece um prazo de 60 dias para a implantação, de forma que ocorra antes das eleições, é quase impossível que isso não se torne uma realidade. Esses custos adicionais, impostos de forma tão abrupta, inevitavelmente repercutirão nos preços. E, infelizmente, esses efeitos serão sentidos logo após as eleições”, acrescenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente ressalta que o setor industrial reconhece a relevância e necessidade da modernização da jornada de trabalho, mas com o cuidado e a profundidade que um tema dessa relevância exige. E que o momento para fazer isso não é em ano eleitoral. “Discussões estruturais dessa relevância não devem ocorrer sob pressões políticas momentâneas e em ritmo acelerado pelo debate em ano eleitoral”, avalia o presidente da CNI. “Nós precisamos ter um pensamento único e maior acima disso, que é o pensamento no Brasil do amanhã, do futuro, da nossa competitividade”, pontua Alban.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta terça-feira (26) à tarde, representantes do setor industrial se reunirão com o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre, para discutir a tramitação da proposta e alternativas para maior racionalidade na análise do tema, buscando minimizar os impactos da medida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não é por decreto, não é por assinatura que você vai melhorar a economia e a situação econômica e social de um país. É com trabalho. Nós queremos sim que as pessoas tenham mais tempo para a família, tenham mais tempo para o lazer, mas isso tem que ser feito de forma planejada, de forma organizada, com previsibilidade para que as empresas tenham tempo suficiente para se adaptar”, diz Ricardo Alban.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Impactos da redução da jornada mobiliza mais de 400 instituições</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em abril, a CNI, em conjunto com as 27 federações estaduais da indústria, 95 associações setoriais e 342 sindicatos industriais, divulgou um manifesto em que expressa preocupação com as propostas de redução da jornada de trabalho semanal e o fim da escala 6&#215;1.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento reforça que, embora o debate seja legítimo, medidas assim podem provocar impactos severos sobre a economia, os investimentos e a criação de empregos formais. Estimativas apresentadas indicam que a redução da jornada para 40 horas semanais pode elevar os custos com empregados formais em até R$ 267 bilhões por ano, um aumento de até 7%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a indústria, o impacto é expressivo, o equivalente a cerca de R$ 88 bilhões (11%). Além disso, simulações do IBRE/FGV sugerem que o PIB brasileiro pode cair até 11,3%, além de aumento no desemprego e na informalidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As instituições avaliam que mudanças na legislação trabalhista devem se basear em evidências, diálogo técnico e responsabilidade econômica. “Precisamos de dados concretos para avaliar riscos como inflação e perda de empregos. O objetivo deve ser fortalecer a capacidade de empregar e garantir a sustentabilidade econômica no longo prazo, com competitividade, em vez de apenas ampliar custos”, finaliza Ricardo Alban.</p>
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		<title>Projeto Pão na Estrada capacita quase 100 alunos em Xapuri</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2026 14:00:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Projeto Pão na Estrada certificou, na noite da última sexta-feira (22), em Xapuri, quase 100 alunos nos cursos de Confeitaria Básica, Salgadeiro, Bolos de Padaria e Boas Práticas de Manipulação de Alimentos. As capacitações foram gratuitas e realizadas entre os dias 11 e 22 de maio. A iniciativa é desenvolvida por meio de uma [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Projeto Pão na Estrada certificou, na noite da última sexta-feira (22), em Xapuri, quase 100 alunos nos cursos de Confeitaria Básica, Salgadeiro, Bolos de Padaria e Boas Práticas de Manipulação de Alimentos. As capacitações foram gratuitas e realizadas entre os dias 11 e 22 de maio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa é desenvolvida por meio de uma parceria entre a Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC), o Sindicato das Indústrias de Panificação e Confeitaria do Estado do Acre (Sindpan), a Secretaria de Indústria, Ciência e Tecnologia (SEICT), o SENAI e o Sebrae, com recursos oriundos de emenda parlamentar do deputado federal Zé Adriano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Concluinte do curso de Confeitaria Básica, a aluna Neide Duarte destacou a importância da qualificação para os moradores de Xapuri. “Para nós, que vivemos em uma cidade pequena, muitas vezes faltam oportunidades de capacitação profissional. Essa iniciativa representa dignidade, independência, geração de renda e esperança. Saímos do curso não apenas com certificados, mas com conhecimento, confiança e novas perspectivas para o futuro”, afirmou.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="900" height="545" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/05/projeto-pao-na-estrada-maio-002.jpg" alt="" class="wp-image-7076" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/05/projeto-pao-na-estrada-maio-002.jpg 900w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/05/projeto-pao-na-estrada-maio-002-300x182.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/05/projeto-pao-na-estrada-maio-002-768x465.jpg 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">O coordenador do Núcleo de Educação da Escola SENAI, Jamis Fernandes, participou da solenidade e ressaltou os impactos positivos da ação no município. “O Projeto Pão na Estrada foi uma experiência extremamente positiva em Xapuri. Com essa qualificação, muitos alunos já demonstram interesse em empreender, o que contribui para aquecer a economia local. Saímos com a sensação de dever cumprido”, destacou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o secretário do Gabinete Civil da Prefeitura de Xapuri, Marcos Roberto, a realização dos cursos representa uma importante oportunidade para a comunidade. “A Prefeitura de Xapuri recebeu com muita alegria essa iniciativa apresentada pela equipe do SENAI. Toda a dinâmica do projeto proporcionou qualificação profissional e perspectivas de geração de renda para os jovens, mães de família, mulheres da economia solidária e toda a comunidade”, ressaltou.</p>
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