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	<title>Sistema Federação das Indústrias do Estado do Acre &#8211; FIEAC</title>
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	<title>Sistema Federação das Indústrias do Estado do Acre &#8211; FIEAC</title>
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		<title>“Taxa das blusinhas” preservou 135 mil empregos e R$ 20 bi na economia brasileira, calcula CNI</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 22:45:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Incidência do Imposto de Importação sobre compras de pequeno valor reduziu o desequilíbrio competitivo entre os produtos nacionais e os importadosA “taxa das blusinhas” impediu a entrada de R$ 4,5 bilhões em produtos importados no Brasil. A redução ajudou a preservar mais de 135 mil empregos e quase R$ 20 bilhões na economia brasileira. Os [&#8230;]</p>
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<p><strong>Incidência do Imposto de Importação sobre compras de pequeno valor reduziu o desequilíbrio competitivo entre os produtos nacionais e os importados<br></strong><br>A “taxa das blusinhas” impediu a entrada de R$ 4,5 bilhões em produtos importados no Brasil. A redução ajudou a preservar mais de 135 mil empregos e quase R$ 20 bilhões na economia brasileira. Os dados inéditos constam em nota técnica elaborada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgada nesta quarta-feira (22).</p>



<p>O levantamento identificou os efeitos da incidência do Imposto de Importação (II) de 20% sobre as compras internacionais de até US$ 50. A tarifa passou a valer em agosto de 2024 e faz parte do Programa Remessa Conforme, iniciativa da Receita Federal para regulamentar as compras feitas em plataformas de varejo internacional. O documento mostra que a iniciativa inibiu a importação de produtos de pequeno valor.</p>



<p>“O objetivo principal da ‘taxa das blusinhas’ não é tributar o consumidor, mas proteger a economia. Tornar a indústria brasileira competitiva é primordial para que nós possamos manter empregos e gerar renda. Ninguém aqui é contra as importações. Elas são bem-vindas, aumentam a competitividade, mas é preciso que entrem no Brasil em condições de igualdade”, afirma Marcio Guerra, superintendente de Economia da CNI.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Nota técnica da CNI sobre o programa Remessa Conforme" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/-kd4sdNLAZQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Número de encomendas caiu mais de 10%</h2>



<p>Em 2024, 179,1 milhões de remessas de produtos chegaram ao país por meio do programa. Em 2025, o número caiu para 159,6 milhões, retração de 10,9%. Segundo projeção da CNI, no entanto, 205,9 milhões de pacotes entrariam no Brasil no ano passado sem a “taxa das blusinhas”, o que representaria 46,3 milhões de unidades a mais do que o registrado. Além disso, o valor médio das remessas que entraram no país pelo programa foi de R$ 96,88.</p>



<p>Considerando a diferença entre o volume projetado pela CNI e o registrado, e o valor médio das remessas em 2025, calcula-se que o Imposto de Importação reduziu em R$ 4,5 bilhões o valor das compras no exterior, contribuindo para a manutenção de 135,8 mil empregos e de R$ 19,7 bilhões na economia brasileira. Por sua vez, a arrecadação federal com o tributo saltou de R$ 1,4 bilhão em 2024 para R$ 3,5 bilhões em 2025, primeiro ano completo de vigência da taxa.</p>



<p>“O Remessa Conforme reduziu o desequilíbrio das condições de concorrência dos produtos nacionais com os importados e contribuiu para moderar o ritmo das importações que se beneficiavam do tratamento tributário desigual”, avalia Marcio Guerra.</p>



<p>Outra forma de ilustrar o impacto da taxação é comparar os números do primeiro semestre de 2024 — período anterior à incidência do imposto — com o mesmo intervalo do ano seguinte. Nos seis primeiros meses de 2024 – antes de a medida entrar em vigor -, 90,2 milhões de remessas chegaram ao país pelo programa. Já no primeiro semestre de 2025 – quando a medida já estava valendo -, foram 69,1 milhões de pedidos: queda de 23,4%. Em contraste, o volume das importações de bens de consumo subiu 20,2% na mesma base de comparação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Remessa Conforme diminuiu desequilíbrio competitivo e práticas desleais</h2>



<p>Até agosto de 2024, as encomendas de até US$ 50 enviadas de pessoa física para pessoa física eram isentas do Imposto de Importação. A regra, porém, foi distorcida e revelou fragilidades operacionais, destaca a CNI. Práticas como subfaturamento, adulteração de documentação fiscal, fracionamento de encomendas e o enquadramento de vendas realizadas por pessoas jurídicas como se fossem operações entre pessoas físicas se tornaram comuns, comprometendo as condições de concorrência entre o setor produtivo nacional e as empresas estrangeiras. Enquanto bens produzidos no país permaneciam sujeitos à incidência de IPI, ICMS e PIS/Cofins, parte expressiva das mercadorias importadas de pequeno valor ingressava sem o recolhimento integral de tributos.</p>



<p>O Programa Remessa Conforme deslocou o eixo de controle das importações para o momento da venda, exigindo das plataformas internacionais cadastradas o fornecimento prévio de informações e o recolhimento do ICMS e do Imposto de Importação no ato da compra, contribuindo para a efetividade da fiscalização e diminuição das fraudes.</p>



<p><strong>Confira a nota técnica na íntegra:</strong></p>



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</div>
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		<item>
		<title>Em manifesto, CNI alerta contra fim da tributação sobre remessas internacionais</title>
		<link>https://fieac.org.br/em-manifesto-cni-alerta-contra-fim-da-tributacao-sobre-remessas-internacionais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[webmaster]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 21:22:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Documento assinado por mais de 40 entidades foi encaminhado ao presidente da República; texto aponta riscos de retrocesso caso o governo decida suspender a chamada “taxa das blusinhas” A Confederação Nacional da Indústria (CNI) assinou manifesto em conjunto com mais de 40 entidades representativas do setor produtivo defendendo a manutenção da tributação de remessas internacionais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Documento assinado por mais de 40 entidades foi encaminhado ao presidente da República; texto aponta riscos de retrocesso caso o governo decida suspender a chamada “taxa das blusinhas”</strong></p>



<p>A Confederação Nacional da Indústria (CNI) assinou manifesto em conjunto com mais de 40 entidades representativas do setor produtivo defendendo a manutenção da tributação de remessas internacionais de baixo valor, conhecida como “taxa das blusinhas”.</p>



<p>O documento, encaminhado esta semana ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, alerta que possíveis alterações na medida podem representar um retrocesso nos avanços conquistados nos últimos anos em direção à igualdade de condições concorrenciais entre empresas estabelecidas no Brasil e plataformas estrangeiras de comércio eletrônico.</p>



<p><strong>Confira a íntegra do documento:</strong></p>



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<div class="wp-block-button is-style-fill"><a class="wp-block-button__link has-midnight-gradient-background has-background has-text-align-center wp-element-button" href="https://static.portaldaindustria.com.br/portaldaindustria/noticias/media/filer_public/89/7c/897cbe9b-b598-4ec6-9e62-37c1e287c91b/manifesto_isonomia_tributaria.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Manifesto Isonomia Tributária.pdf (2,3 MB)</strong></a></div>
</div>



<p>As entidades destacam que a implementação de mecanismos de tributação sobre essas operações contribuiu de forma relevante para a recuperação do varejo e da indústria nacionais, com impactos positivos na criação de empregos, no aumento da massa salarial e no fortalecimento da arrecadação pública.</p>



<p>Dados do Ministério do Trabalho apontam que o setor de comércio criou, desde 2023, quando foi lançado o Remessa Conforme, até dezembro de 2025, 860 mil novos empregos diretos e outros 1,5 milhão de novas vagas na cadeia produtiva. Já na indústria, no mesmo período, foram criados 578 mil novos empregos diretos e outros milhares de indiretos.</p>



<p>“Indústria e varejo contribuíram, assim, para que o Brasil atingisse o menor desemprego da sua história: 5,1%, ao final de 2025. Trata-se de uma agenda que transcende setores específicos e reflete um esforço conjunto em favor da justiça tributária, da competitividade equilibrada e do desenvolvimento econômico do país”, destaca o documento.</p>



<p>Principais conquistas elencadas no manifesto com a implementação da tributação de remessas internacionais de baixo valor:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Novos empregos para os brasileiros no varejo e na indústria, contribuindo para o país atingir o menor desemprego de sua História;</li>



<li>Varejo e indústria voltando a crescer e investir, contribuindo para a maior massa salarial e renda média da História;</li>



<li>Ganhos diretos para o consumidor: maior oferta de produtos nacionais que prezam pela qualidade e segurança e com preços abaixo da inflação;</li>



<li>Contribuição para aceleração da arrecadação e equilíbrio fiscal, com R$ 42 bilhões adicionais por ano, apenas para a União;</li>



<li>Um país mais desenvolvido e mais justo.</li>
</ul>



<p><br><strong><a href="https://noticias.portaldaindustria.com.br/noticias/economia/taxa-das-blusinhas-frete-e-icms-fazem-brasileiros-reduzirem-importacoes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pesquisa realizada pela Nexus</a></strong> para a CNI, em 2025, revelou que aumentou de 13% para 38% o total de consumidores que desistiram de comprar em sites internacionais por causa do custo com o imposto de importação, e a desistência por causa da “taxa das blusinhas” fez subir de 22% para 32% o número de pessoas que foram atrás de um produto similar com entrega nacional.</p>



<p>Para o diretor de Relações Institucionais da CNI, Roberto Muniz, a implementação desse imposto, ainda que em patamar aquém do necessário, “contribui para dar mais justiça e competitividade à indústria nacional, fortalecendo a produção local, e amplia a oferta de produtos com qualidade assegurada, assistência técnica e conformidade com normas nacionais de segurança, trabalho, meio ambiente e saúde”.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>FIEAC promove 1ª Imersão Sindical para aproximar indústria e entidades representativas</title>
		<link>https://fieac.org.br/fieac-promove-1a-imersao-sindical-para-aproximar-industria-e-entidades-representativas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[webmaster]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 19:13:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o objetivo de fortalecer a integração entre sindicatos patronais, empresários e o setor industrial, a Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC) realizou, nesta quinta-feira, 16, a 1ª Imersão Sindical, reunindo presidentes de sindicatos, associados e representantes da indústria acreana. A iniciativa proporcionou uma visão ampla sobre o funcionamento do Sistema FIEAC, desde [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com o objetivo de fortalecer a integração entre sindicatos patronais, empresários e o setor industrial, a Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC) realizou, nesta quinta-feira, 16, a 1ª Imersão Sindical, reunindo presidentes de sindicatos, associados e representantes da indústria acreana.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1140" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/fieac-imersao-sindical-002.jpg" alt="" class="wp-image-6850" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/fieac-imersao-sindical-002.jpg 1140w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/fieac-imersao-sindical-002-300x158.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/fieac-imersao-sindical-002-768x404.jpg 768w" sizes="(max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /></figure>



<p>A iniciativa proporcionou uma visão ampla sobre o funcionamento do Sistema FIEAC, desde FIEAC, SESI, SENAI e IEL, destacando os serviços, soluções e oportunidades voltadas ao desenvolvimento e à competitividade da indústria, com apresentações institucionais, troca de experiências, networking, e visitas técnicas às unidades do sistema.</p>



<p>O presidente da FIEAC, João Paulo de Assis Pereira, ressaltou a importância do evento como uma oportunidade de aproximar os sindicatos e empresários do funcionamento da instituição.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1140" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/fieac-imersao-sindical-003.jpg" alt="" class="wp-image-6851" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/fieac-imersao-sindical-003.jpg 1140w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/fieac-imersao-sindical-003-300x158.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/fieac-imersao-sindical-003-768x404.jpg 768w" sizes="(max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /></figure>



<p>“A imersão permite compreender, de forma prática, como as instituições atuam e quais serviços estão disponíveis para impulsionar, proteger, capacitar e qualificar todo o setor produtivo”, destacou o presidente.</p>



<p>Entre os participantes, o empresário e conselheiro fiscal do Sindpan, Denniskley Cláudio Gomes da Silva, destacou o impacto da iniciativa para o fortalecimento do setor.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1140" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/fieac-imersao-sindical-002.jpg" alt="" class="wp-image-6850" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/fieac-imersao-sindical-002.jpg 1140w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/fieac-imersao-sindical-002-300x158.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/fieac-imersao-sindical-002-768x404.jpg 768w" sizes="(max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /></figure>



<p>“Durante as apresentações podemos observar quão grande são as ações do SESI, SENAI e IEL para as indústrias. E observamos, como a presença dos sindicatos influenciam diretamente todo esse trabalho do sistema, por meio da FIEAC”, afirmou Denniskley.</p>



<p>O presidente do SINEAR Antônio Carlos de Araújo Pereira, também destacou a importância da experiência, enfatizando a transparência e a aplicação dos recursos do sistema.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1140" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/fieac-imersao-sindical-004.jpg" alt="" class="wp-image-6852" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/fieac-imersao-sindical-004.jpg 1140w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/fieac-imersao-sindical-004-300x158.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/fieac-imersao-sindical-004-768x404.jpg 768w" sizes="(max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /></figure>



<p>“É uma satisfação participar de um evento como esse e conhecer como funciona o sistema da indústria, desde a captação dos recursos até a forma como são investidos. É possível ver que há um direcionamento claro, pensado para beneficiar o trabalhador da indústria além de toda a comunidade”, finalizou Antônio Carlos.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1140" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/fieac-imersao-sindical-005.jpg" alt="" class="wp-image-6853" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/fieac-imersao-sindical-005.jpg 1140w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/fieac-imersao-sindical-005-300x158.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/fieac-imersao-sindical-005-768x404.jpg 768w" sizes="(max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /></figure>



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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/galeria-imersao-fieac-foto-2-1.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="900" height="600" data-id="6854" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/galeria-imersao-fieac-foto-2-1.jpg" alt="" class="wp-image-6854" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/galeria-imersao-fieac-foto-2-1.jpg 900w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/galeria-imersao-fieac-foto-2-1-300x200.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/galeria-imersao-fieac-foto-2-1-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/galeria-imersao-fieac-foto-2-2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="900" height="600" data-id="6855" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/galeria-imersao-fieac-foto-2-2.jpg" alt="" class="wp-image-6855" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/galeria-imersao-fieac-foto-2-2.jpg 900w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/galeria-imersao-fieac-foto-2-2-300x200.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/galeria-imersao-fieac-foto-2-2-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/galeria-imersao-fieac-foto-2-3.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="900" height="600" data-id="6856" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/galeria-imersao-fieac-foto-2-3.jpg" alt="" class="wp-image-6856" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/galeria-imersao-fieac-foto-2-3.jpg 900w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/galeria-imersao-fieac-foto-2-3-300x200.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/galeria-imersao-fieac-foto-2-3-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></figure>



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		<title>O preço de trabalhar menos: uma análise além das boas intenções</title>
		<link>https://fieac.org.br/o-preco-de-trabalhar-menos-uma-analise-alem-das-boas-intencoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[webmaster]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 17:30:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ideia de reduzir a jornada de trabalho por imposição legal desperta, à primeira vista, natural simpatia. Associada à perspectiva de mais tempo livre, melhor qualidade de vida e maior equilíbrio entre trabalho e esfera pessoal, costuma ser apresentada como um avanço social imediato. No entanto, sob a ótica econômica, a proposta revela efeitos complexos [&#8230;]</p>
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<p>A ideia de reduzir a jornada de trabalho por imposição legal desperta, à primeira vista, natural simpatia. Associada à perspectiva de mais tempo livre, melhor qualidade de vida e maior equilíbrio entre trabalho e esfera pessoal, costuma ser apresentada como um avanço social imediato. No entanto, sob a ótica econômica, a proposta revela efeitos complexos — e potencialmente adversos — que exigem análise cuidadosa.</p>



<p>O tema é relevante e pertinente. Ainda assim, a discussão sobre jornada não se limita à quantidade de horas trabalhadas, alcançando impactos diretos sobre emprego, renda, preços e crescimento econômico. Trata-se, portanto, de uma agenda que vai além do campo social e incide sobre a dinâmica econômica do país.</p>



<p>Melhorar as condições de trabalho é um objetivo legítimo. No entanto, propostas bem-intencionadas precisam ser avaliadas à luz de seus efeitos concretos. Nesse ponto, a evidência econômica indica que a redução da jornada por imposição legal pode gerar consequências adversas relevantes, comprometendo os próprios objetivos que se busca atingir.</p>



<p>O Brasil não parte de um sistema rígido. A Constituição estabelece um limite máximo de 44 horas semanais e permite ajustes flexíveis por meio da negociação coletiva. Esse modelo tem se mostrado funcional: cerca de 30% dos instrumentos coletivos recentes tratam de prorrogação/redução de jornada, refletindo as necessidades específicas de setores, empresas e trabalhadores. Trata-se de um arranjo que concilia interesse do trabalhador com adaptação à realidade produtiva.</p>



<p>A imposição de uma redução uniforme rompe essa lógica ao adotar uma solução única para um país marcado por profundas diferenças econômicas e setoriais. O principal risco está justamente em ignorar essa heterogeneidade, gerando distorções em vez de soluções.</p>



<p>Os impactos econômicos são mensuráveis. Estimativas da Confederação Nacional da Indústria (CNI) indicam que a redução da jornada de 44 para 40 horas semanais, sem diminuição salarial, pode elevar os preços ao consumidor em cerca de 6,2% em média com efeito direto sobre o custo de vida.</p>



<p>A explicação é simples: ao reduzir a jornada sem reduzir salário, eleva-se o custo do trabalho por hora. Esse aumento se dissemina pelas cadeias produtivas, pressionando preços e reduzindo o poder de compra.</p>



<p>Sem ganhos prévios de produtividade, o resultado tende a seguir dois caminhos: queda na produção ou aumento de custos. Nenhuma dessas alternativas favorece o crescimento econômico, pois ambas limitam a expansão da atividade.</p>



<p>Os efeitos sobre os custos do trabalho também são expressivos. A CNI estima que a redução para 40 horas pode elevar os custos em até R$ 267 bilhões na economia como um todo, configurando uma mudança de impacto sistêmico.</p>



<p>No setor público, os impactos são igualmente relevantes e muitas vezes subestimados. Projeções indicam aumento de até R$ 4 bilhões nas despesas com pessoal em todas as esferas da Administração, além de até R$ 2 bilhões adicionais em contratos de serviços e compras públicas apenas na esfera federal.</p>



<p>Na prática, isso amplia a pressão sobre despesas obrigatórias e sobre o equilíbrio fiscal, em um cenário já marcado por rigidez orçamentária.</p>



<p>Nesse contexto, é importante enfrentar um argumento recorrente: o de que a redução da jornada geraria empregos automaticamente. Essa hipótese não encontra respaldo na literatura econômica. A geração de empregos está associada ao crescimento econômico, ao investimento e à confiança e não à simples redistribuição de horas de trabalho.</p>



<p>Quando os custos aumentam sem ganhos de eficiência, o efeito tende a ser o oposto do desejado: retração de investimentos, aumento da informalidade e maior dificuldade na criação de empregos formais.</p>



<p>A experiência internacional reforça esse diagnóstico. Países com jornadas menores não alcançaram esse patamar por imposição legal isolada, mas após elevarem significativamente sua produtividade, com investimentos contínuos em educação, tecnologia e inovação.</p>



<p>Economias como Irlanda, Noruega e Estados Unidos apresentam níveis de produtividade muito superiores aos do Brasil, o que lhes permite produzir mais em menos tempo sem perda de renda.</p>



<p>No Brasil, a realidade é distinta. A produtividade permanece estagnada há décadas, e o país ainda enfrenta desafios estruturais relevantes. Reduzir a jornada nesse contexto significa antecipar um ganho que ainda não foi gerado.</p>



<p>Estudos da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) indicam que seria necessário um aumento imediato de produtividade de cerca de 8,5% apenas para manter o nível atual de produção com a jornada reduzida para 40 horas. Um salto expressivo para os padrões nacionais.</p>



<p>Diante disso, a questão central não é se a jornada deve ser reduzida, mas como e quando fazê-lo de forma responsável. O ponto decisivo não está na intenção, mas na viabilidade e nos efeitos da medida.</p>



<p>A resposta passa por fortalecer o que já funciona. A negociação coletiva permite ajustar a jornada às condições reais de cada setor, equilibrando interesses, preservando empregos e promovendo eficiência.</p>



<p>Ao mesmo tempo, o país precisa avançar nas agendas que sustentam melhorias duradouras nas condições de trabalho: educação, qualificação profissional, inovação, segurança jurídica e ambiente favorável ao investimento. Esses são os verdadeiros vetores da transformação estrutural.</p>



<p><em>*Sylvia Lorena é superintendente de Relações do Trabalho da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Andréia Lopes é Gerente de Estratégia e Articulação de Relações do Trabalho da CNI.</em></p>
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		<title>FIEAC realiza 1ª edição do programa Conexão Segura com foco na prevenção de acidentes</title>
		<link>https://fieac.org.br/fieac-realiza-1a-edicao-do-programa-conexao-segura-com-foco-na-prevencao-de-acidentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[webmaster]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 23:27:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na manhã deste sábado,11, a Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC) realizou a 1ª edição do programa Conexão Segura, iniciativa voltada à conscientização e capacitação de colaboradores das áreas de limpeza, manutenção, conservação e atendimento ao cliente, com foco no cumprimento das normas de segurança, especialmente a NR-06, que trata do uso de [&#8230;]</p>
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<p>Na manhã deste sábado,11, a Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC) realizou a 1ª edição do programa Conexão Segura, iniciativa voltada à conscientização e capacitação de colaboradores das áreas de limpeza, manutenção, conservação e atendimento ao cliente, com foco no cumprimento das normas de segurança, especialmente a NR-06, que trata do uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), visando à prevenção de acidentes e doenças ocupacionais e à promoção de um ambiente de trabalho mais seguro.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1140" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/prevencao-acidentes-002.jpg" alt="" class="wp-image-6837" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/prevencao-acidentes-002.jpg 1140w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/prevencao-acidentes-002-300x158.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/prevencao-acidentes-002-768x404.jpg 768w" sizes="(max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /></figure>



<p>De acordo com o presidente da FIEAC, João Paulo de Assis Pereira, a ação busca fortalecer a cultura de segurança no ambiente de trabalho por meio do engajamento coletivo.</p>



<p>“O programa promove a adoção de atitudes seguras, fortalecendo a conexão entre pessoas, processos e comportamentos. Mais do que cumprir normas, buscamos o engajamento individual e coletivo, onde cada um esteja 100% conectado com a segurança em todas as suas atividades”, destacou o presidente.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1140" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/prevencao-acidentes-003.jpg" alt="" class="wp-image-6838" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/prevencao-acidentes-003.jpg 1140w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/prevencao-acidentes-003-300x158.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/prevencao-acidentes-003-768x404.jpg 768w" sizes="(max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /></figure>



<p>Jânoa Fernandes, técnica em segurança do trabalho, destaca que a iniciativa reforça a importância da atenção constante aos riscos e da adoção de práticas seguras no ambiente laboral.</p>



<p>“A iniciativa reforça a atenção constante aos riscos, o uso adequado dos EPIs, além da adoção de práticas seguras, cuidados com a saúde mental e noções básicas de primeiros socorros, o cuidado mútuo e a responsabilidade compartilhada, promovendo um ambiente onde todos se sintam parte ativa na prevenção de acidentes e doenças ocupacionais”, afirmou Fernandes.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1140" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/prevencao-acidentes-004.jpg" alt="" class="wp-image-6839" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/prevencao-acidentes-004.jpg 1140w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/prevencao-acidentes-004-300x158.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/prevencao-acidentes-004-768x404.jpg 768w" sizes="(max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /></figure>



<p>Para a auxiliar de serviços gerais, Kassia Cristina Albuquerque, o evento foi de grande aprendizado e compromisso.</p>



<p>“Foi um momento enriquecedor e de grande importância, para um ambiente de trabalho mais seguro. Também foi abordada a saúde mental, destacando a importância do autocuidado, do equilíbrio emocional e da atenção aos sinais de estresse no dia a dia. Me senti valorizada durante todo esse momento”, finalizou Kassia.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1140" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/prevencao-acidentes-005.jpg" alt="" class="wp-image-6840" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/prevencao-acidentes-005.jpg 1140w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/prevencao-acidentes-005-300x158.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/prevencao-acidentes-005-768x404.jpg 768w" sizes="(max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /></figure>
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		<title>Brasileiro prefere CLT na hora de procurar emprego, revela pesquisa da Confederação Nacional da Indústria</title>
		<link>https://fieac.org.br/brasileiro-prefere-clt-na-hora-de-procurar-emprego-revela-pesquisa-da-cni/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[webmaster]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 14:21:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trabalho autônomo é a segunda maior escolha dos entrevistados, seguido do emprego informalOs brasileiros que estão em busca de emprego ainda preferem vagas com carteira assinada. É o que mostra a 67ª edição da pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira: visão da população sobre o mercado de trabalho, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), nesta [&#8230;]</p>
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<p><strong>Trabalho autônomo é a segunda maior escolha dos entrevistados, seguido do emprego informal<br></strong><br>Os brasileiros que estão em busca de emprego ainda preferem vagas com carteira assinada. É o que mostra a 67ª edição da pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira: visão da população sobre o mercado de trabalho, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), nesta sexta-feira (10). Segundo o levantamento, mais de um terço (36,3%) das pessoas que estavam ocupadas e buscaram trabalho no mês anterior à pesquisa apontaram o emprego formal, regido pela CLT, como a oportunidade mais atrativa.</p>



<p>“Apesar de novas modalidades de trabalho estarem crescendo, como aquelas vinculadas a plataformas digitais, o trabalhador ainda valoriza o acesso a direitos trabalhistas, estabilidade e proteção social, que continuam, portanto, sendo um diferencial relevante mesmo em um contexto de maior flexibilização das relações de trabalho”, afirma Claudia Perdigão, especialista em Políticas e Indústria da CNI.</p>



<p>O trabalho autônomo foi apontado como o segundo caminho mais interessante pelos entrevistados (18,7%). A terceira opção mais atrativa foi o emprego informal (12,3%), seguida pelo trabalho autônomo por meio de plataformas digitais (10,3%), abertura do próprio negócio (9,3%) e do contrato como pessoa jurídica (6,6%).</p>



<p>O levantamento também aponta que 20% dos entrevistados se frustraram, pois não encontraram oportunidades atrativas no período, indicando dificuldade em achar vagas alinhadas às próprias expectativas.</p>



<div class="infogram-embed" data-id="_/pywUxHW0GSjcRC2EGtLo" data-type="interactive" data-title="07/04/2026-info-o retrato-do-trabalho-do-brasil"></div><script>!function(e,n,i,s){var d="InfogramEmbeds";var o=e.getElementsByTagName(n)[0];if(window[d]&&window[d].initialized)window[d].process&&window[d].process();else if(!e.getElementById(i)){var r=e.createElement(n);r.async=1,r.id=i,r.src=s,o.parentNode.insertBefore(r,o)}}(document,"script","infogram-async","https://e.infogram.com/js/dist/embed-loader-min.js");</script>



<h2 class="wp-block-heading">Carteira assinada é o modelo preferido dos jovens</h2>



<p>A preferência pelo emprego formal foi maior entre os jovens, alcançando 41,4% dos brasileiros de 25 a 34 anos que estavam ocupados e procuraram trabalho no mês anterior à pesquisa. As vagas com carteira assinada também foram consideradas mais interessantes por 38,1% das pessoas que tinham entre 16 e 24 anos. Portanto, o percentual de atratividade do emprego formal nesses grupos superou a média de 36,3%.</p>



<p>“O emprego formal traz mais segurança para os jovens, que procuram maior estabilidade no início da carreira profissional”, acredita Claudia Perdigão.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Trabalho em plataformas digitais é complemento de renda para a maioria</h2>



<p>A presença das plataformas digitais no imaginário dos trabalhadores também foi alvo do estudo elaborado pela CNI. Um em cada dez brasileiros que estava ocupado e procurou emprego no mês anterior à pesquisa classificou como atrativas as oportunidades de trabalho autônomo em plataformas digitais, como motorista ou entregador de empresas de aplicativo.</p>



<p>Para a maioria, no entanto, esse tipo de trabalho é visto apenas como fonte de renda complementar. Somente 30% dos que demonstraram interesse em trabalhar por meio de plataformas digitais veem nessa modalidade de emprego a principal fonte de sustento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Satisfação com o emprego atual é alta</h2>



<p>Segundo a pesquisa, 95% dos entrevistados se declararam satisfeitos com o emprego atual, sendo 70% muito satisfeitos. O elevado nível de contentamento ocorre entre os diferentes grupos: empregados, empregadores e autônomos. Apenas 4,6% estão insatisfeitos, dos quais somente 1,6% muito insatisfeitos.</p>



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</div></figure>



<p>Esses números explicam, por exemplo, a baixa mobilidade no mercado de trabalho apontada pelo levantamento. Entre os trabalhadores ocupados, apenas um em cada cinco (20%) buscou ativamente uma nova colocação nos 30 dias que antecederam a pesquisa. Esse comportamento varia de acordo com a idade dos profissionais.</p>



<p>Os mais inquietos são os jovens de 16 a 24 anos: 35% deles procuraram outro emprego no período; percentual que cai para 6% entre os trabalhadores com mais de 60 anos. “Essa diferença é explicada pela juventude ainda estar construindo a carreira, enquanto os mais velhos costumam priorizar segurança e previsibilidade”, aponta Claudia Perdigão.</p>



<p>O estudo mostra, ainda, que o tempo de permanência no emprego influencia a disposição do trabalhador na busca por novas oportunidades. Entre aqueles com menos de um ano na ocupação atual, 36,7% foram atrás de outra vaga, enquanto apenas 9% dos brasileiros com mais de cinco anos no mesmo trabalho buscaram uma nova colocação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sobre a pesquisa</h2>



<p>A pesquisa foi realizada pela Nexus. Foram entrevistadas 2.008 pessoas a partir de 16 anos, nos 26 estados e no Distrito Federal, entre os dias 10 e 15 de outubro de 2025. Confira a íntegra no documento abaixo:</p>



<p class="has-text-align-center has-white-color has-vivid-cyan-blue-to-vivid-purple-gradient-background has-text-color has-background" style="border-top-left-radius:30px;border-top-right-radius:30px;border-bottom-left-radius:30px;border-bottom-right-radius:30px"><strong><a href="https://static.portaldaindustria.com.br/portaldaindustria/noticias/media/filer_public/54/d9/54d93445-6a08-4b58-9c19-ccc6cfef3531/visao_da_populacao_sobre_o_mercado_de_trabalho.pdf">Visao da Populacao sobre o mercado de trabalho.pdf(2,6 MB)</a></strong></p>
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		<title>Projeto da FIEAC amplia qualificação e fortalece setor de panificação no Acre</title>
		<link>https://fieac.org.br/projeto-da-fieac-amplia-qualificacao-e-fortalece-setor-de-panificacao-no-acre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[webmaster]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 20:50:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Teve início, nesta semana, a oferta de cursos do projeto Pão na Estrada, iniciativa de autoria da Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC), em parceria com o Sindicato das Indústrias de Panificação e Confeitaria do Estado do Acre (Sindpan), e recursos oriundos de emenda parlamentar do deputado federal Zé Adriano. O projeto conta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Teve início, nesta semana, a oferta de cursos do projeto Pão na Estrada, iniciativa de autoria da Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC), em parceria com o Sindicato das Indústrias de Panificação e Confeitaria do Estado do Acre (Sindpan), e recursos oriundos de emenda parlamentar do deputado federal Zé Adriano. O projeto conta ainda com a parceria da Secretaria de Indústria, Ciência e Tecnologia (SEICT), sendo o SENAI/AC a instituição responsável pela execução das capacitações.</p>



<p>A iniciativa tem como objetivo promover a qualificação de empresários, gestores e trabalhadores do setor de panificação, além de ampliar o acesso à formação profissional e contribuir para o desenvolvimento socioeconômico nas regiões do estado.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1140" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/projeto-fieac-002.jpg" alt="" class="wp-image-6825" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/projeto-fieac-002.jpg 1140w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/projeto-fieac-002-300x158.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/projeto-fieac-002-768x404.jpg 768w" sizes="(max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /></figure>



<p>As capacitações serão realizadas nos municípios de Rio Branco, Senador Guiomard, Brasiléia, Epitaciolândia, Xapuri, Sena Madureira e Tarauacá, e proposta de qualificar aproximadamente 480 pessoas, ampliando o acesso à formação profissional e fortalecendo o setor produtivo local.</p>



<p>De acordo com o presidente do Sindpan, Mauro Cezar Nunes, a iniciativa atende a uma demanda importante do setor, que ainda enfrenta desafios relacionados à capacitação e qualificação de trabalhadores para atuação nas indústrias.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="570" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/projeto-fieac-003-570x600.jpg" alt="" class="wp-image-6826" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/projeto-fieac-003-570x600.jpg 570w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/projeto-fieac-003-285x300.jpg 285w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/projeto-fieac-003-768x808.jpg 768w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/projeto-fieac-003.jpg 1140w" sizes="(max-width: 570px) 100vw, 570px" /></figure>



<p>“Esse projeto vem de encontro com uma necessidade contínua de capacitação e qualificação de trabalhadores. Oferecer cursos na área de panificação, fortalece e amplia nossa produtividade e, gera oportunidade para a comunidade ter uma renda e melhores condições de vida”, ressaltou Mauro.</p>



<p>Para o presidente da FIEAC, João Paulo de Assis Pereira, o projeto representa um avanço significativo na interiorização da qualificação profissional.</p>



<p>“Levar cursos para mais perto da população é fundamental para reduzir desigualdades e estimular o desenvolvimento local”, finalizou João Paulo.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1140" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/projeto-fieac-004.jpg" alt="" class="wp-image-6827" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/projeto-fieac-004.jpg 1140w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/projeto-fieac-004-300x158.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/projeto-fieac-004-768x404.jpg 768w" sizes="(max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Oportunidade que transforma realidades</h2>



<p>A busca por qualificação profissional tem sido um divisor de águas na vida de uma trabalhadora de Senador Guiomard. Atuando há cerca de cinco anos na produção de alimentos, Eliane da Silva Sousa, 40 anos, que trabalha como merendeira em uma escola pública, se inscreveu no curso confeitaria e com intenção de melhorar sua renda mensal.</p>



<p>“Eu nunca fiz um curso na área, mas sempre busquei aprender por conta própria, internet ou programas de televisão. Agora, com a oportunidade de participar desse curso, percebo o quanto a qualificação faz diferença. Depois que eu começar a produzir eu posso vender aqui mesmo no meu município e garantir uma renda melhor para minha família”, destacou Eliane.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1140" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/projeto-fieac-005.jpg" alt="" class="wp-image-6828" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/projeto-fieac-005.jpg 1140w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/projeto-fieac-005-300x158.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/projeto-fieac-005-768x404.jpg 768w" sizes="(max-width: 1140px) 100vw, 1140px" /></figure>



<p>A oferta do curso no próprio município foi determinante para a participação de Eliane, que antes enfrentava dificuldades de deslocamento.</p>



<p>“Sempre tive vontade de fazer um curso, mas ir até Rio Branco era difícil. Quando surgiu essa oportunidade aqui, fui uma das primeiras a me inscrever. Estou muito feliz, essa foi minha virada de chave”, finalizou.</p>
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		<title>Conexão Brasil-Europa abre mercado internacional para a madeira nacional</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 20:39:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Iniciativa do setor produtivo levará empresários brasileiros à feira Carrefour International du Bois 2026, na França, com foco em conexões estratégicas e expansão internacional; inscrições abertas até 10/04Empresas brasileiras do setor de madeira nativa terão a oportunidade de ampliar a presença no mercado internacional. Estão abertas, até 10 de abril, as inscrições para a missão [&#8230;]</p>
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<p><strong>Iniciativa do setor produtivo levará empresários brasileiros à feira Carrefour International du Bois 2026, na França, com foco em conexões estratégicas e expansão internacional; inscrições abertas até 10/04<br></strong><br>Empresas brasileiras do setor de madeira nativa terão a oportunidade de ampliar a presença no mercado internacional. Estão abertas, até 10 de abril, as inscrições para a missão comercial que levará empresários à Carrefour International du Bois 2026, uma das principais feiras globais da cadeia produtiva da madeira, realizada de 1º a 4 de junho, em Nantes, na França. Entre os mercados-alvo estão países estratégicos como França, Itália, Bélgica, Dinamarca e os Países Baixos &#8211; regiões com alta demanda por soluções inovadoras e sustentáveis em madeira.</p>



<p>A iniciativa é realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e a Federação das Indústrias de Mato Grosso (FIEMT), além de contar com o apoio da Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC), da Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul (FIEMS) e Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA).</p>



<p>A iniciativa abrirá portas para parcerias estratégicas no exterior e oferecerá uma imersão profunda nas tendências e padrões de consumo do mercado europeu A programação inclui abertura institucional da delegação brasileira, circuitos guiados pela feira e rodadas presenciais de negócios com players globais &#8211; um ambiente pensado para promover oportunidades comerciais qualificadas.</p>



<p>Estarão contempladas pela iniciativa empresas exportadoras ou em processo de internacionalização, desde indústrias de desdobramento e beneficiamento primário até fabricantes de painéis de madeira engenheirada, produtos laminados e estruturas para construção civil. O foco é posicionar o setor brasileiro como fornecedor competitivo e sustentável, além de estimular a diversificação de mercados.</p>



<p>As empresas interessadas podem se inscrever até 10 de abril, por meio do <strong><a href="http://sphinxweb.com.br/cni/v20/fluxo/index/2026__missao_comercial_a_carrefour_du_bois" type="link" id="http://sphinxweb.com.br/cni/v20/fluxo/index/2026__missao_comercial_a_carrefour_du_bois" target="_blank" rel="noreferrer noopener">formulário online</a></strong>.</p>



<p>Após o cadastro, os participantes receberão mais informações sobre a missão por e-mail.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Plataforma para negócios estratégicos</h2>



<p>A Carrefour International du Bois é reconhecida por reunir empresas, compradores, arquitetos, designers e formuladores de políticas públicas, funcionando como uma plataforma estratégica para negócios, inovação e promoção do uso sustentável da madeira em escala global. Em 2024, o evento teve mais de 20 conferências e reuniu 637 expositores, 40 países e 13,5 mil visitantes.</p>



<p>A missão à França faz parte do convênio entre CNI e ApexBrasil, que visa fortalecer a internacionalização das empresas brasileiras e a promoção comercial de setores estratégicos. Por meio da Rede CIN, presente nas 26 federações estaduais da indústria, o projeto oferece serviços especializados para diferentes níveis de maturidade exportadora, com soluções customizadas para inserção no mercado internacional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sobre a ApexBrasil</h2>



<p>A ApexBrasil atua para promover produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira.</p>



<p>Para alcançar os objetivos, a ApexBrasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira, entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil.</p>



<p>A Agência também atua de forma coordenada com atores públicos e privados para atração de investimentos estrangeiros diretos (IED) para o Brasil com foco em setores estratégicos para o desenvolvimento da competitividade das empresas brasileiras e do país.</p>
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		<title>Nova gestão na FIEAC reforça compromisso com a indústria do Acre</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 15:41:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC) está sob nova direção. O então vice-presidente, João Paulo de Assis Pereira, assumiu a presidência em exercício após o afastamento de José Adriano Ribeiro da Silva. O licenciamento de José Adriano, ocorre em cumprimento à legislação eleitoral, que exige a desincompatibilização do cargo para candidatura à [&#8230;]</p>
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<p>A Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC) está sob nova direção. O então vice-presidente, João Paulo de Assis Pereira, assumiu a presidência em exercício após o afastamento de José Adriano Ribeiro da Silva. O licenciamento de José Adriano, ocorre em cumprimento à legislação eleitoral, que exige a desincompatibilização do cargo para candidatura à reeleição como deputado federal.</p>



<p>Empresário com mais de 20 anos de atuação no setor industrial, João Paulo também preside o Sindicato das Indústrias de Areia, Argila, Pedra e Afins (Sindmineral). Ao longo de sua trajetória, já integrou entidades como o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas e a Confederação Nacional da Indústria, acumulando experiência na gestão empresarial e na atuação institucional.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="912" height="600" src="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/joao-paulo-001-912x600.jpg" alt="" class="wp-image-6817" srcset="https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/joao-paulo-001-912x600.jpg 912w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/joao-paulo-001-300x197.jpg 300w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/joao-paulo-001-768x505.jpg 768w, https://fieac.org.br/wp-content/uploads/2026/04/joao-paulo-001.jpg 1140w" sizes="(max-width: 912px) 100vw, 912px" /></figure>



<p>À frente da FIEAC desde 30 de março de 2026, o presidente em exercício destaca que sua gestão será pautada pela defesa dos interesses do setor produtivo, com foco no fortalecimento da indústria local, no diálogo institucional e no desenvolvimento econômico sustentável do Acre. A condução da entidade segue alinhada às diretrizes estabelecidas pela presidência licenciada.</p>
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		<title>Faturamento da indústria cresce 4,9% em fevereiro, aponta CNI</title>
		<link>https://fieac.org.br/faturamento-da-industria-cresce-49-em-fevereiro-aponta-cni/</link>
		
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 14:10:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de sequência positiva, indicador acumula queda de 8,5% na comparação entre o primeiro bimestre de 2026 e o mesmo período do ano passadoO faturamento real da indústria de transformação cresceu 4,9% em fevereiro, mostram os Indicadores Industriais, divulgados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), nesta quarta-feira (8). O índice já havia subido 1,3% em [&#8230;]</p>
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<p><strong>Apesar de sequência positiva, indicador acumula queda de 8,5% na comparação entre o primeiro bimestre de 2026 e o mesmo período do ano passado<br></strong><br>O faturamento real da indústria de transformação cresceu 4,9% em fevereiro, mostram os Indicadores Industriais, divulgados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), nesta quarta-feira (8). O índice já havia subido 1,3% em janeiro e, agora, acumula alta de 6,2% em relação a dezembro de 2025. A sequência de resultados positivos, porém, não representa a retomada do ritmo de crescimento do setor.</p>



<p>Na comparação entre o acumulado do primeiro bimestre de 2026 (janeiro e fevereiro) e o mesmo período de 2025, o faturamento industrial caiu 8,5% em 2026, destaca o levantamento.</p>



<p>“Ainda é cedo para apontar uma reversão do quadro negativo visto desde o segundo semestre do ano passado. Os resultados positivos vistos nesse início de ano se explicam mais pela base fraca de comparação do que por uma mudança drástica do cenário de dificuldade que a indústria vem enfrentando”, aponta Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Indicadores Industriais - Fevereiro de 2026" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/WfuSk9GAcdk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>As horas trabalhadas na produção cresceram em fevereiro: avanço de 0,7%. Assim como o faturamento, o indicador também subiu pelo segundo mês consecutivo. O recorte positivo recente, no entanto, reverte apenas parte das perdas observadas ao longo da segunda metade de 2025. Em relação a janeiro e fevereiro do ano passado, as horas trabalhadas na produção recuaram 2,7%.</p>



<p>Já a Utilização da Capacidade Instalada (UCI) passou de 77,5% em janeiro para 77,3% em fevereiro, ficando praticamente estável. A UCI média do primeiro bimestre de 2026 é 1,6 ponto percentual inferior à do mesmo período do ano passado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mercado de trabalho industrial estável</h2>



<p>Os indicadores mais ligados ao mercado de trabalho industrial permaneceram no mesmo lugar em fevereiro. O emprego variou –0,1% em relação a janeiro e acumula queda de 0,4% nos dois primeiros meses de 2026 frente ao mesmo período do ano passado.</p>



<p>A massa salarial e o rendimento médio pago aos trabalhadores da indústria também não mudaram. O primeiro segue em patamar elevado, depois de registrar resultados positivos no segundo semestre de 2025. No primeiro bimestre deste ano, a massa salarial acumula alta de 0,9% em relação ao mesmo período do ano passado. Já o rendimento médio cresceu 1,4% na mesma base de comparação.</p>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-blush-light-purple-gradient-background has-text-color has-background has-link-color has-medium-font-size wp-elements-f7bf07f6292c2f39ad50d19dc684a8ce" style="border-top-left-radius:50px;border-top-right-radius:50px;border-bottom-left-radius:50px;border-bottom-right-radius:50px"><strong><a href="https://static.portaldaindustria.com.br/portaldaindustria/noticias/media/filer_public/c3/41/c341196e-fb50-450f-aa00-256d4d3d9d90/indicadores_industriais_-_fevereiro_de_2026.pdf">Indicadores Industriais &#8211; Fevereiro de 2026.pdf (518,9 KB)</a></strong></p>
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