08 Agosto 2017 In Notícias

Capacitação, realizada pela Federação das Indústrias e sindicatos patronais da indústria em parceria com a CNI, faz parte do Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA)

A visita de um fiscal do trabalho em uma indústria ou empresa de pequeno, médio ou grande porte normalmente é vista com receio por parte dos empresários. Para mudar essa visão, superar qualquer temor dos empresários e preparar esses empreendimentos para eventuais fiscalizações, foi realizado nesta terça-feira, 8, na FIEAC, o curso “Como atender a fiscalização do trabalho?”.

Voltada para empresários, representantes das indústrias, engenheiros, técnicos de segurança do trabalho, gerentes de RH, contadores, entre outros profissionais, a capacitação foi ministrada pelo consultor da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Marcelo Pinto de Carvalho, advogado empresarial, atuante nas áreas Trabalhista e Tributária.

O gabaritado profissional, especialista em Prática Forense Trabalhista pela Escola Superior de Advocacia da OAB de São Paulo, detalhou que, durante o curso, foram repassadas informações sobre atendimento à fiscalização do trabalho, tanto do Ministério do Trabalho, como do Ministério Público do Trabalho, além de enfatizada a importância desses órgãos com relação ao cumprimento da legislação trabalhista.

“Apresentamos também, aos participantes da capacitação, os mecanismos de defesa e de recurso, tanto na esfera administrativa como na esfera judicial, para que os representantes das empresas industriais saibam como se defender e também possam prevenir os autos de infração cumprindo a legislação trabalhista. Esse curso é uma importante iniciativa realizada pela FIEAC, por meio de seus sindicatos patronais, e faz parte do Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA), uma parceria entre Federação das Indústrias do Acre e CNI”, ressaltou Carvalho.

Thaís Bento Pinheiro, gerente da panificadora Nossa Senhora do Rosário, uma das mais tradicionais empresas do setor de panificação da capital acreana, participou da capacitação e exaltou a iniciativa. Segundo ela, o curso abordou muito além do tema central e serviu para ampliar seus conhecimentos.

“O consultor ‘traduziu’ muito bem o conteúdo e nos deixou envolvidos em todas as situações que podem vir a ocorrer. É um assunto de total relevância, considerado até mesmo um bicho de sete cabeças para muitos empresários. Porém, como o consultor bem falou, se adotarmos todos os trâmites corretos, não há o que temer, e aqui nós aprendemos o que deve ser feito e como deve ser feito”, salientou a gerente.

O curso sobre como atender a fiscalização do trabalho faz parte de uma série de capacitações que estão sendo ofertadas por meio da parceria entre sindicatos industriais do Estado, FIEAC e CNI. Os próximos terão como tema “Como pagar menos tributos?” e “Como lidar com as Normas Regulamentadoras que mais impactam a indústria?”, sendo realizados, respectivamente, nos dias 10 e 22 deste mês, na Casa da Indústria. Mais informações podem ser obtidas por meio dos telefones (68) 3212-4282, 3212-4249 e 99602-8843.

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Sobre o PDA

O Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA) é uma iniciativa da Confederação Nacional da Indústria para aprimorar a atuação dos sindicatos e fortalecer seu vínculo com as indústrias, as federações estaduais e a CNI. O programa atua em cinco eixos: Relacionamento Sindical, formação de líderes e executivos sindicais, gestão e comunicação sindical, inteligência sindical e serviços dos sindicatos.

Unicom

08 Agosto 2017 In Notícias

Programa de apoio à competitividade das micro e pequenas indústrias é executado pela FIEAC, em parceria com o Sebrae/AC

Empresários acreanos participaram, entre os dias 18 e 20 do último mês, do maior evento do setor laticinista da América Latina, o ‘Minas Láctea’, em Juiz de Fora (MG). Por meio do Programa de Apoio à Competitividade das Micro e Pequenas Indústrias (Procompi), estiveram presentes à feira Marcelo Oliveira, proprietário do Laticínios Buriti, Ezequiel Rodrigues de Oliveira, diretor-presidente da Cooperativa dos Agricultores e Pecuaristas da Regional do Baixo Acre (Coopel) e João Victor Boni, sócio proprietário da Iogurte Tavita.

Segundo Ezequiel Oliveira, a participação no evento foi de grande importância, pois oportunizou o conhecimento de uma série de inovações no setor. “Pude conhecer novos produtos e vi equipamentos que até então não conhecia. A partir de agora, com essas novidades, poderemos baixar custos e melhorar a qualidade dos nossos produtos. Já estou inclusive negociando a aquisição de novos equipamentos para expandir nossa produção”, ressaltou.

Ezequiel também destacou a excelência da consultoria prestada pelo Procompi. “Como empresários, temos uma visão totalmente diferente do consultor. E essa consultoria nos mostrou uma nova ótica que será de grande valia para o nosso empreendimento”, acrescentou o diretor-presidente da Coopel.

Para João Victor Boni, sócio proprietário da Iogurte Tavita, a ida ao Minas Láctea representou, sobretudo, uma grande troca de experiência entre empresários de todo o Brasil e do exterior. “É uma ótima chance de renovar as tecnologias, principalmente nesse momento de crise que atinge também o nosso setor. Vimos lá muitas oportunidades e equipamentos modernos que podemos trazer para o Acre. Compartilhamos experiências, dialogamos, e, inclusive em conversa com um fornecedor, acertamos que ele irá enviar um técnico neste mês para orientar nossos funcionários e de outras empresas aqui do Estado. A intenção da Iogurte Tavita é lançar um novo produto ainda este ano”, salientou.

Com relação ao Procompi, Boni assegurou que a consultoria foi extremamente relevante. “O consultor tem muita qualificação e nos ajudou bastante. Já estamos colocando em prática muitas orientações que nos foram repassadas e acreditamos que os resultados serão positivos”, assinalou o sócio proprietário da Iogurte Tavita.

Marcelo Oliveira, proprietário do Laticínios Buriti, enfatizou que, durante a participação no Minas Láctea, pôde ver a atualização de novos procedimentos e oportunidades de novos negócios. “É essencial a presença em eventos desse porte, pois temos acesso a informações de novos produtos e tendências do mercado”, pontuou. E complementou: “A consultoria do Procompi nos ajudou em diversos pontos, entre os quais a melhoria nos procedimentos e no controle de qualidade dos nossos produtos”.

Sobre o Procompi

O Procompi é um programa de apoio à competitividade das micro e pequenas indústrias, resultante de uma parceria entre a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

O programa é executado pela Federação das Indústrias do Estado do Acre (FIEAC), em parceria com o Sebrae/AC, com o objetivo de elevar a competitividade das empresas industriais de menor porte, por meio do estímulo à cooperação entre as empresas, à organização do setor e ao desenvolvimento empresarial e territorial.

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